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“Relaxa e goza” – “Estuprou, mas não matou” – Roubou, mas fez”! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 08 de maio 2018.

 

“Relaxa e goza!”

“Estuprou, mas não matou!”

“Roubou, mas fez!”

Nas minhas viagens para locais distantes do torrão setembrina, da lendária Viamão Primeira Capital de Todos os Gaúchos, cultivo o hábito de locomover-me muito de táxi, ou de metrô, quando disponível. Conversar com taxista tem algo de especial pela sua visão de uma cidade e de um povo diverso na sua essência. É uma forma de comparar a bronca em que vivemos com a bronca dos outros. Parece, para uns, que o traseiro dos outros está mais sujo que o nosso e que os nossos problemas são até menores. A conversa de pacientes em sala de espera é mais ou menos assim, muitas vezes. Havia uma frase simbólica de Paulo Maluf e associados-postes: – Rouba, mas faz! Ouse perguntar: – Como assim? Mas não é ladrão? O taxista esboça aquele sorriso de autoridade pública, de quem sabe avaliar e dar nota para aquilo que os demais mortais não enxergam. Coloca a bola na marca do pênalti e enche o pé, digo, a boca: – É tudo gato, ladrão da pior espécie, mas tem aquele que faz alguma coisa e outros que só roubam e nada fazem. Assim sendo, estaria desculpado e indicado para uma nova eleição. E na soberba o “motora do táxi” ia mostrando os feitos do seu ladrão predileto: – Tem esse viaduto. Aquela elevada. Essa escola. Etc.

Crônicas & Agudas

Já numa esticada de táxi na Argentina, o castelhano foi mais radical: – Tenemos que matar-los todos! Algo assim. A pátria da jabuticaba deve ser diferente do resto do mundo. O nosso comunista tem a fórmula para que o comunismo que não deu certo em nenhum lugar da Terra, aqui será a solução de todos os velhos problemas. E até daqueles do porvir. O socialismo tupiniquim do FHC, esgrimido na crescente de Mensalão e Petrolão do Lula, estuporou-se na obtusa mente da Dilma e corre como cachorro cego em tiroteio com o Temer. E a canalha se candidata. Pior, se elege e uma tropa de parasitas e aproveitadores lhe acompanha nos holofotes do cargo e nas sombras da ladroagem e da corrupção desenfreada. É malufiana (de Paulo Maluf) a frase: – Estupra, mas não mata! Outros a atribuem a conhecida defensora da bandidagem. Pense na situação em sua família (“Quem tem, teme”!) em que haja um estupro! Contam que durante uma defesa do seu cliente um causídico: – Fulano até matou, mas em defesa própria e sem requintes de crueldade como os outros…”

Cr & Ag

A Marta, do sobrenome Suplicy como grife (?), é mencionada como a autora da orientação: – Relaxa e goza! O socialista brasileiro é o cara em que a pimenta só arde no dele, nos olhos dos outros é pura festa, regozijo e direito humano dele. Como alerta o Pastor Silas Malafaia, essa turma não descansa até a destruição da família. Um jornalista da Guaíba, contra-ponto do Mendelski, protagoniza a defensoria da liberação das drogas como solução para diminuir a violência e a criminalidade. E cita países numa ideação que seria maluca se não fosse mau intencionada e safada. Alerta: – tem que tentar fazer diferente do que se faz e não deu certo. O mesmo não vale para a liberação de armas para o cidadão tentar sair do corredor da morte, num país com mais de 60 mil mortes por ano. Onde desde 2003, o governo Lula decretou, contra vontade popular, a pena de morte para os cidadãos honestos, impedindo a defesa natural da vida e da propriedade ameaçadas elos criminosos. Observe como defensor de bandido, adulador e protetor de criminoso, ativista de direitos humanos, é contra o cidadão honesto, sua família e aquilo que adquiriu com o seu trabalho. Pense! Entenda! É necessário, pois a história nos mostra que estamos escolhendo piores políticos a cada nova eleição. Infelizmente!

2018 – 05 – 08 maio – Rouba mas faz – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

www.edsonolimpio.com.br

P27 - Gauchão

Prozac – Viagra Cycles! Edson Olimpio Oliveira. Série: Moto! Paixão Eterna. Crônica 23.

 

 

PROZAC / VIAGRA – CYCLES

 A Terapia Definitiva

 

 

O quadro pendurado na parede traduzia: – Não há nada que um dia de motocicleta não cure.

 

Planeta saturado de gente. Estradas entupidas de veículos. Lixo por todo lado. Banditismo desenfreado. População assoreada por dezenas de impostos, taxas e outras rapinagens legais, mas imorais. Saúde? Sem saúde. Emprego escasso. Salários microscópicos. Pessoas desarmonizadas. Famílias em sofrimento.

 

Esse quadro, longe de ser a expressão surrealista ou um pesadelo, reflete uma realidade. Cada vez mais o ser humano busca o falso conforto químico em drogas lícitas ou criminosas. Quando em adequado tratamento médico os efeitos são benéficos. Mas o ser humano continua a buscar alternativas na religião e em outras modalidades terapêuticas. É aí que se encontra a mais fantástica criação do homem: – a Motocicleta.

 

As Sagradas Escrituras confirmam a nossa semelhança com Deus. E como num momento de divina percepção Deus criou a Mulher, coube ao Homem tentar igualar-se. E para muitos, a motocicleta é uma mulher com duas rodas que não nos impede da sagrada cervejinha – para uns. Leva-nos para onde queremos e sua voz é sempre doce aos nossos ouvidos. E o melhor de tudo na vida é ainda permitir ao homem ter a motocicleta e a mulher ao mesmo tempo e nessa ordem.

 

A motocicleta é a terapia definitiva. Em sua presença estamos ou buscaremos a paz e a harmonia. E nenhum terapeuta será eficiente com seus pacientes se não realizar sua pós-graduação numa moto. Para isso, convidaremos o Dr. Antonio Veiga, brilhante psicólogo e emérito professor de várias e conceituadas universidades, para desenvolver essa tese para mestrado e doutorado. Pois o Dr. Veiga é outro grande motociclista.

 

 E a primeira aula terapêutica será banhar-se com essa donzela de curvas estonteantes. Prepare-a sempre como uma noiva. Aqueça-a sempre como na primeira vez. Sem pressa. Abra seus olhos ligando o farol. Encaixe-se nela. Pernas enlaçadas. Ajuste o capacete e como toda a dama merece ser tocada com luvas, coloque-as. Teste seus reflexos, algumas são muito excitáveis e rápidas. Então sinta mais as batidas de seu coração. Acelere e tome alguma estrada. Sinta o vento. Aspires os odores que se multiplicarão em seu percurso. Sinta o mundo a sua volta. Aperceba-se da natureza e veja como você faz parte dela. Em integral contato com ela e até a chuva serão lágrimas de felicidade do universo a lavar seu corpo e os problemas da vida. Observe como os outros seres humanos enjaulados desejariam estar como você e a moto.

 

Os quilômetros vencidos e vividos também representam o afastamento do sofrimento e o renascer da harmonia e da paz interior. Toda viagem tem o destino do equilíbrio entre o homem, a mulher, a moto e o universo. Talvez aí esteja o maior perigo que atribuem à moto, pois é no silêncio de nosso capacete que conversamos profundamente com a vida. É nesse falso isolamento que respeitamos e pudemos apreciar as maravilhas da vida e da liberdade. Vida e liberdade! E a moto aproxima e reaproxima. Novos amigos sempre estarão presentes. O amor com a mulher se desnudará com esse triângulo amoroso consentido: homem-mulher-moto. É o afrodisíaco definitivo.

 

O motociclismo é a terapia ideal em qualquer mal do corpo.     Ou da alma.

 

Motociclismo é um estado do espírito que renova e valoriza a vida. E ser ou sentir-se um motociclista é respeitar a sua vida e principalmente a vida dos outros.

 

 

Publicado:

2018 – 05 – 15 maio – Site e Facebook.

 

Série: Moto! Paixão Eterna. Crônica 23.

 

 Moto - Paixão Eterna - 23 - 2017 - Dakar

Os Pilares da Terra de Ken Follett.–Maio 2018.

 

O ‘grande primo’ Sílvio Terra de Oliveira, amado e querido como o Sílvio Boca emprestou-me essa magnífica obra de Ken Follett – Os Pilares da Terra. São quase mil páginas de espelhamento da alma humana com as suas qualidades e as suas perversidades e perversões. Mostra-nos as entranhas da sociedade da épocae, particularmente, revela os meandros corrosivos da Igreja. A leitura voa e logo se está com um suspiro de “"’acabou, que pena’! Beleza!

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A Odontologia já foi assim! Série 13

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DIA DAS MÃES!

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“Trupiquei no Toco”! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião de Viamão. 24 maio 2018.

 

“Trupiquei no Toco”!

 

A

 palavra do homem retrata a sua experiência contada e acumulada em prosa ou verso. Daí também se entenda “o homem”, ser humano, como o coletivo, a humanidade ou a comunidade. Somos embalados e assediados por esse tipo de conhecimento, essa forma de percepção dos fatos e das pessoas e somos instigados a usar e abusar desse entendimento ou dessa visualização. E o vocabulário das pessoas no dia a dia pela batalha da existência não é dourado pelos vocábulos ou palavras ornamentadas dos eruditos de plantão ou pelo preciosismo como de membros do Olimpo do judiciário brasileiro. Dar topadas ou tropeçar vem sem engasgos ou brancos de memória como “trupicar” e todas as derivações desse verbo popular e bem acolhido na nossa linguagem de se fazer entender e evoluir. Caminhe pelas calçadas e passeios de Viamão City e trupicar não será somente uma figura da linguagem cotidiana, será um exercício de sobrevivência. Evitar detonar o megalomaníaco dedão do pé, solenemente chamado de hálux, que poderia ser nome de filho de político. Assim como evitar as quedas e as consequente filas do SUS para quem não é aquinhoado, abençoado com as maravilhas da Medicina do Hospital Sírio Libanês, tão distante da imensa maioria dos mortais.

Crônicas & Agudas

Todos já trupicaram, tropeçaram e deram topadas. Até de arrancar a unha magna. O Torneio Roberto Gomes Pedrosa era um campeonato de futebol que precedeu o Brasileirão. Inter e Grêmio disputavam seus jogos no abandonado Estádio Olímpico. Lá estava eu na longínqua juventude. Havia um degrau e uma valeta rente ao alambrado da arquibancada popular e o pessoal do sarro ou da gozação tinha um rito: gritava algum nome (Zeca, por exemplo) e sempre alguém virava automaticamente a cabeça para a direção do berro, mesmo que não fosse seu nome. E assim trupicava e caia, derrubava outros ou saía “tastavilhando” (outra formosura da linguagem). O pessoal se divertia mais do que com o jogo. É quase uma regra que exploda a risada quando alguém dá uma topada em qualquer coisa.

Cr & Ag

No corte do mato, o trabalhador deixa aqueles tocos apontados para o céu, como a orar pela dor de sua morte. Alguns pela morte temporária, pois iriam brotar e renascer. Ao menos até novo corte. Muitos tocos eram incendiados, queimados. Outros seriam arrancados pela força dos braços ou pelo poder do trator. Frequente, aos menos atentos ou aqueles em que os olhos até deixaram de apreciar as belezas da vida, trupicarem nos tocos. Trouxemos o tropeçar real para as formas mais simbólicas. Tropeça-se nas palavras. Trupica-se em atos e atitudes. As dificuldades fazem as topadas serem mais frequentes e dolorosas. Um amigo trupicou numa mulher linda por demais e deu-se o crime do padre Ermengardo. A paixão anabolizada pela testosterona sacode o coração e cresce na cueca. Coisa medonha para uns, especial para outros. E a trupicada se repetiu num aquecido embate nos lençóis. O resto será tema de alguma outra crônica.

Cr & Ag

O Supremo Tribunal comandado pelo histriônico Gilmar Mendes tem trupicado abusivamente na ética e na moral pretendida e tem sido um exemplo vergonhoso daquilo que um Supremo tribunal de qualquer país democrático e civilizado jamais deve ser. Essa gente trupica no povo, como se nós fôssemos somente um toco a atrapalhar sua caminhada onírica (pesadelo para nós que não somos obsidiados ou mamadores). E nós eleitores que continuamos trupicando em tocos que até em postes se transformam (vide Dilma para os mais alheios). Trupicamos elegendo e perpetuando essa escória corrupta (palavra leve para o pior ladrão).

2018 – 04 – 24 abril – Trupiquei no Toco – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

http://www.edsonolimpio.com.br

P26 - Nosferatu

A Odontologia já foi assim! Série 14

Enviado do meu smartphone Sony Xperia™

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