Na Capa da Gaita! & Viamão–a 1a. Capital de TODOS os Gaúchos!

01 Janeiro 26 – 2011 – Na Capa da Gaita – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Humor – Jornal Opinião de Viamão

Na Capa da Gaita!

– Série: Faça Humor não faça Política –

Verão! Férias para alguns! Outros continuarão na mesma balada do pão nosso de cada dia. Pesquisas dizem que o brasileiro é uma pessoa bem humorada. Outra mostra o sadismo (?) nacional. Quem elege tiriricas, sarneis, malufis e tantos outros desse naipe deve ter algum propósito tétrico? E é na alegria contagiante de uma classe média expandida em cerca de novos 30 milhões de pessoas no governo Lula que vamos nos unir à alegria no Verão. Viva o Verão! Quem viver Verão! – parodiando o T. Jordans, filósofo do apocalipse. Essa introdução (ou seria introito, ou quem sabe prólogo?) está para a nossa maravilha de idioma, com o português do velho Camões e as suas expressões idiomáticas de tanto encantamento. O mundo fala inglês porque é fácil, língua para pessoas de escassos QI. Por isso não aprendem o português.

Quando envolve sexualidade, as expressões são quase infinitas. Evitaremos o tema sexual por respeito aos Colorados em Abu Dhabi. Estar na capa da gaita ou cair pelas tabelas também pode ser uma alusão esportiva, mas não é essa a intenção – reintero em juramento! Deu os doces ou tancredou, significa sifu ou se ferrou. Assim como quem tá pela bola sete ou está apitando na curva. Nesta mesma curva o cara pode sair dos trilhos e estar acendendo uma vela pra cada santo.

Jesus te chama é sublime, mas quando o Elmo te chama… A criatura está prestes a abotoar o paletó e ir para a cidade dos pés juntos. Estar numa M total é pior do que estar numa M parcial? Isso lembra-nos do político no inferno dentro de uma piscina de estrume. Está na ponta dos pés. O estrume batendo na beira do beiço inferior quando um deputado murmura: – Cuidado com a onda!

Vejam como é difícil falar em desgraça e humor sem entrar na política! A criatura quando tá nas barbelas ou quase caindo pelas barrancas geralmente está pelo voto de Minerva, que foi algo assim que limpou a ficha do Maluf e o abençoado vai de novo. Eterno como o inferno. Outro dos Oliveira dizia: – O Inferno é aqui mesmo! Já borococho é algo mais leve do que do jeito que o Diabo gosta! E gasta, como nossos congressistas! Ops, outro deslize.

Não podemos se entregar pros homens! De jeito nenhum, amigo e companheiro! Enquanto há peleia há salvação dizia uma ovelha no meio de cinquenta cachorros ferozes e famintos. Curtir a vida e aproveitar o verão. Uma pausa entre colorados e gremistas, assim como entre judeus e árabes e apreciar o que de bom a vida insiste em oferecer-nos! Brincar com vocábulos, fazer belas poesias ou como o cronista que vê onde muitos não enxergam faz a alegria do escritor e o deleite do leitor.

 

 

A água das pipas!

Leitores, nos encantamentos das recordações, revelam-nos que a água para o Centro Histórico da Viamão vinha de fontes, como a Fonte de Dom Diogo e a Fonte da Paciência.

 

Viamão – Centro Histórico!

Esse cronista eventualmente tem usado o termo Centro Histórico para denominar o centro da cidade de Viamão. Por quê? Viamão é composta de uma diversidade de regiões, distritos ou vilas. Algumas sem ou quase nenhuma identidade com a região central. Outras inclusive com desejo ou aspirando emancipar-se e tornar-se município assim como foi com o distrito de Passo do Feijó que originou a cidade irmã de Alvorada. Itapuã é outro distrito que mereceria uma denominação especial. Porto Alegre que historicamente originou-se da Primeira Capital de Todos os Gaúchos aprovou por lei essa denominação.

 

Viamão – A Primeira Capital de Todos os Gaúchos!

clip_image002Esse cronista cunhou ou forjou essa expressão há várias décadas denominando com o motociclista Luiz Zavarize uma Equipe motociclística – Primeira Capital Equipe. Assim levou em camisetas, adesivos e bandeiras essa legenda ao Brasil e estrangeiro. A criação da logotipia deveu-se ao brilhante trabalho do talentoso designer Gilson Silva da GassPropaganda.

Jamais pregamos que o título de primeira capital política não seria da antiga cidade de Rio Grande. Usamos o destaque de Todos os Gaúchos. Muitos leem e não enxergam ou não entendem. Ou ainda desconhecem a história. Resumidamente – durante as Guerras Cisplatinas com os castelhanos invadindo o Rio Grande do Sul e sob a iminência de enfrentamento, o governante e sua trupe abandonaram a cidade e os habitantes a sua sorte e deslocaram-se para Viamão. Somente a partir daí acendeu-se o sentimento de unidade para os rio-grandenses que se organizaram para enfrentar os invasores. De outra forma era uma tática de tornarmos a nossa querida cidade conhecida, comentada e discutida. Ainda – uma manifestação explícita de enfrentar os sentimentos espúrios de inferioridade de parcela de seus habitantes.

 

 

 

Tragédia e Incompetência!–Um Final Previsível.

1 Janeiro 19 – 2011 –  Tragédia & Incompetência! Um Final Previsível – Edson Olimpio Oliveira

 Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

Tragédia & Incompetência!

Um Final Previsível.

Apesar de diversos leitores clamarem por textos com humor durante as férias de verão, o cronista sente-se constrangido quando a desgraça torna-se tão pesada e por vezes insuportável para tantos irmãos brasileiros. Sempre cabe alertar aos gansos de plantão que o cronista é inimigo da generalização. No entanto, solicito que pensemos juntos.

 

Falta de água e excesso de água! Isso é somente uma parte do tema. As mudanças climáticas são perceptíveis, mas certas condições climáticas e ambientais estão presentes há várias décadas. Assim como as áreas consideradas de risco para moradias ou trabalho estão mapeadas desde longa data.

 

A carência de água na região sul do Estado é histórica. Bagé sofre com racionamentos de água há mais de vinte anos. Certamente as promessas de sanar essa situação acompanham esse povo há mais tempo. Bagé é exemplar neste contexto, apesar de ser uma cidade com prestígio e poder num passado pouco distante. Ser bageense foi e ainda o é para alguns como algo charmoso, mas a realidade é de um flagelado. O flagelo da seca nunca foi exclusividade do Nordeste brasileiro. Governos de todos os naipes e cores se sucedem. Homens públicos afloram e sucumbem na mesmice dos anos secos. Populações rurais dependem da água barrenta e fétida ou dos escassos caminhões para matar a sede das pessoas e dos animais. As plantações esturricadas e o gado magro formam um quadro do árido nordestino no Rio Grande do Sul.

 

Eis que somos invadidos pela aluvião de imagens, sons e notícias de outra aluvião que carregou e soterrou centenas de pessoas no Rio de Janeiro. A nossa humanidade fica dilacerada diante de tanta dor que nossos sentidos captam. Os estragos materiais são gigantescos, mas a destruição de vidas, famílias, sonhos e até de esperanças é algo incomensurável. Os primeiros e segundos, ou terceiros sentimentos são de pesar e constrangimento. Logo vem a sensação de que somos como folhas de árvores que sucumbem ante a natureza em fúria. Temos alguma dimensão da pequenez do homem ante as forças da mãe Terra. A nossa impotência e finitude são absolutamente gritantes.

 

A complexa natureza do homem ante os outros seres vivos e à própria natureza exige-nos algo mais. Até podemos entender que talvez haja mais gente do que regiões do planeta suportem. Em 1968 cerca de oitocentas pessoas morreram em circunstâncias similares no mesmo Estado informa a mídia. A mesma mídia mostra que quase anualmente as tragédias se repetem. No entanto, as soluções jamais aparecem. São postergadas por motivos diversos expelidos em bocas diversas. Os brasileiros, autoridades e políticos ou não, estão adequadamente aptos e preparados para as festas de belos e iluminados carnavais. Despreparados para a prevenção e para a situação de tragédia. A prevenção é óbvia para todos – ou quase! Nas primeiras vinte e quatro horas, somente bombeiros locais e as próprias pessoas voluntárias se auxiliavam. Hoje, depois de quase três dias de desgraça, muitos locais continuam isolados, passíveis de resgate soterrados ou entregues à própria sorte, falta de água e alimentos e remoção para áreas de menor risco. Pessoas entregues ao pânico pela falta de gerenciamento eficaz do cataclismo. Autoridades entrevistadas aguardam que outras autoridades… Outras revelam a “liberação do fundo de garantia” e outras coisas absolutamente secundárias e despreparadas para salvar e gerenciar as vidas sob suas responsabilidades. A Band registrou “onde estão as Forças Armadas”, pois quase 48 horas depois e ainda se sucedendo o caos, somente os helicópteros das empresas de jornalismo auxiliavam no resgate. Isso demonstra a falta de um protocolo imediato para grandes tragédias por todas as autoridades responsáveis há décadas.

 

Essa realmente é uma herança maldita que nossa Presidenta recebe. Outra é ter que acomodar o vampirismo explícito de partidos e de pessoas para tentar governar. A Ditadura não foi eficiente para isso. A nossa Democracia também não será enquanto a natureza de nossos eleitores elegerem ineptos ou ainda pior – bandidos. Lembra-se de alguém assim?

 

 

Pipas d’ água e outras reminiscências!

Alguém recorda dos pipeiros? Certamente o ilustre viamonense Antoninho Ávila, uma enciclopédia viva da história, terá inúmeras e belas histórias para nos contar. Pois eu tive um irmão de minha mãe Dora, também Toninho, que foi pipeiro. Vamos ilustrar a cena: a pipa era uma carroça puxada por cavalo ou burro com um tanque de metal ou madeira que enchida de água era levada aos lares e descarregada. Pagava-se por pipa. Não recordo de onde vinha a água. Outro viamonense que pode auxiliar nesta regressão histórica é o Haroldo Franco.

Algumas casas coletavam a água da chuva em tonéis. A higiene? Geralmente precária, pois minha mãe sempre me alertava para aquelas águas não filtradas e fervidas que tinham “micróbios”. E realmente viam-se as larvas em alegre fandango nos tanques. Muitas casas tinham as talhas de cerâmica e acima delas uma caneca de metal – muitas confeccionadas pelo funileiro Pasqualino, esposo da amiga negra Doca Lavadeira – e ao seu lado um tripé também de metal com uma bacia para a higiene rápida. Nas residências “mais finas” ou dos mais abonados havia um belo lavatório de louça ricamente desenhada e colorida. Ainda havia os filtros de cerâmica, similares aos que os governos entregam nos flagelados da seca na Campanha. O filtro é composto de duas cubas redondas acopladas. Na superior é depositada a água que através de duas velas internas realizavam a filtragem. Os filtros eram higienizados semanalmente, talvez. As velas eram retiradas e escovadas e trocadas quando gastas. Já lavei e escovei muito filtros e velas.

O Relojoeiro Colorado! & Dra. Karin Marise Jaeger Anzolch

01 Janeiro 12 – 2011 – O Relojoeiro Colorado Glória e Flagelação – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião de Viamão

O Relojoeiro Colorado! – Glória e Flagelação.

Série: Humor ainda é um bom Remédio.

Quem é primo do meu primo, meu primo é! Este amigo é colorado de todos os costados, mais do que quatro. Zombeteiro nas vitórias como todos os fanáticos torcedores. Deprimido nas derrotas, também como os fanáticos. Fanatismo é uma raça especial em que não basta vencer é preciso fazer os outros – gremistas ou colorados – sofrerem. Tripudiar é a sua arte. Escarnecer e vibrar seu jogo. Nunca prometi não escrever sobre futebol, mas tenho evitado. Agora os fatos dramáticos quase se sucederam na ancestral Viamão de Todos os Gaúchos.

– Segurem o homem! – alguém berrou no corredor.

– Me dá a navalha! Me dá a navalha! – berrava o relojoeiro colorado espumando pela boca com os olhos injetados de sangue. Quase arrebentou a porta de vidro temperado do salão da barbearia. Teve cliente atirando-se ao chão. O cliente que estava na cadeira, jogou-se para um lado com as toalhas presas no pescoço e ajoelhado dizia: – Eu pensava que ela não tinha marido! – mas a bronca não era consigo.

Uma falange de gremistas sádicos explodia foguetes no Largo da Caixa D’Água. – Vou cortar os pulsos, uivava desesperado! – contido pelo coffeur depois de encaixar um golpe de jiu-jítsu “sossega-leão”. Gravateado e com as mãos presas persistia em cruel sofrimento: – Mazembe! Mazembe! Mazembe! – O seu amado colorado levara dois a zero do Mazembe (e lá isso é nome de time o cara?). Mas eis que chega a turma do deixa disso ô meu, pô cara vamo manerá, pega leve, fica frio, to contigo e não abro, te conforma que quase morri das hemorroidas… Sabe como o pessoal é solidário com o atroz sofrimento de uma criatura em absoluto desespero?

– Abu Dhabi! Abuuu Dhaaabi! Kidiaba! – balbuciava quando o barbeiro afrouxou o golpe. Ex-lutadores de jiu-jítsu e kung-a-fu sabem conter de um touro brabo a uma criança murrinha.

– Acho que ele tá enfartando! – gritou alguém.

– Chamem um cardiologista pelo amor de Deus! – berrou outro colorado cuspindo-se, mas solidário na crise existencial e quase fatal do estoico relojoeiro colorado.

– Não adianta ele também foi pra Abu Dhabi torcer pro Inter!

A horda tricolor fazia avalancha no camelódromo. Os foguetes não cessavam. Outra falange armou-se para incendiar os banheiros da praça. O comércio fechava as portas temendo depredação. Coisa de louco! Repórteres de vários jornais acionaram os celulares para filmar e fotografar as cenas dantescas de pura barbárie.

Eis que chega o primo salvador da pátria e abre um clarão no meio da plebe irada. Com a voz tonitruante e um caderninho de orações do Padre Bernardo amorosamente guardado da sua infância: – Telefonei pra chefa em Abu Dhabi e ela mandou dizer que é muito melhor ser o quarto lugar no planeta Terra e em todo esse mundão do que quartinho aqui.

Foi como se uma luz divina a todos atingisse. Os colorados extasiados contemplando o Sol Vermelho, os gremistas recolhendo-se com suas bandeiras e foguetes e as escoriações da avalancha e o relojoeiro colorado suspirando na cadeira do barbeiro arrematou: – Vamos fazer uma barba e um cabelo que a vida continua e de mais a mais Papai é o Maior e é o Campeão de Tudo!

 

Dra. Karin Marise Jaeger Anzolch

Médica – Urologista – Cirurgiã

Mestre e Doutora em Medicina e Cirurgia

Aos 20 de Dezembro de 2010 defendeu Tese de Doutorado a Dra. Karin Marise Jaeger Anzolch, sendo aprovada com grau máximo na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Filha amada do caro Geraldo Élio Jaeger e de Shirley Celina de Oliveira Jaeger (falecida). A Dra. Karin consagra uma formação médica em terras rio-grandenses, tendo passado por ilustres universidades e hospitais da Europa e da América. Geraldo e Shirley deram a melhor formação humana e moral aos seus seis filhos e todos galgaram as melhores universidades. A Dra. Karin e três irmãos são médicos. Todos são Especialistas destacados em suas áreas médicas e tendo outro Mestre em Urologia – Dr. Carlos Daniel, um Mestre e Doutor em Medicina e Cirurgia Plástica – Dr. Marcos Ricardo, outra médica e Especialista em Pediatria – Dra. Shirley Denise. Outras irmãs, a Dra. Hellen Marise é Advogada e a Dra. Anne Caroline é Cirurgiã-Dentista, Especialista em Endodontia e Mestranda.

Em sua defesa de tese fez amorosa dedicatória a sua querida mãe. Geraldo e Shirley constituem essa legião de Guerreiros Anônimos que mesmo não tendo as condições de cursarem as escolas em sua época, dedicaram-se ao trabalho honesto e ao cuidar com amor e disciplina do seu maior patrimônio – os amados filhos! A Dra. Karin é esposa do Dr. Ronei Anzolch, Especialista e Mestrando em Medicina e Traumatologia, e tem as belas filhas Marcelle e Danielle. O apoio e a compreensão da família ilumina o caminho dessa mulher, mãe e médica que desbravou caminhos antes quase que somente masculinos na Urologia e consolida uma trajetória de vida pessoal e profissional exemplar. Todo o sucesso acadêmico e de pesquisa do Médico somente tem razão quando o Paciente é e continua sendo a razão primeira de sua luta e dedicação e a Dra Karin assim entende e pratica seu nobre ofício.

A Era Lula e Dilma Presidenta!

01 Janeiro 05 – 2010 – A Era Lula e Dilma Presidenta – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

 

A Era Lula e Dilma Presidenta!

 

Somos privilegiados. Teria o Brasil três eras fundamentais em sua existência – o Advento Republicano, a Era Vargas e a Era Lula? Não que outros entendimentos não tenham sido importantes ou fundamentais. Alguns brasileiros tiveram o privilégio de estarem na Era Vargas, em que mudanças radicais aconteceram com reflexos para aquela época e ainda se sentindo hoje, como a legislação trabalhista, por exemplo. Na Era Lula, queiram ou não seus oponentes ou detratores, ocorreram mudanças sociais talvez jamais vistas neste Brasil de severas e graves diferenças.

O operário e líder sindical oriundo de uma família de boias frias tornou-se Presidente do Brasil. Com Getúlio Vargas o homem tornou-se maior que os partidos políticos. Com Lula isso também acontece. E quando isso ocorre há um risco potencial – a idolatria. Quem tem um pai vê somente suas qualidades ou também enxerga coisas que lhe desagrada? Certamente ninguém está isento e imune às enfermidades da humanidade. Getúlio era chamado de o pai dos pobres. Lula também é visto assim. E foi neste governo de oito anos do Lula que uma população equivalente a uma Argentina incorporou-se à classe média do Brasil. Cerca de cinquenta milhões de pessoas ingressaram na sociedade de consumo que se permite sonhar e realizar seus sonhos, que vão desde um singelo equipamento de som até à casa própria. E isso é maravilhoso!

Houve problemas? A luz também traz sombras, mas o ganho foi muito maior e daí vem a aceitação desse homem numa galeria de iluminados. Muitos desejam, poucos conseguem. E agora – Dilma Presidenta! O Brasil traumatizou-se com algumas mulheres no poder e talvez tenha começado com a fatídica Ministra Zélia Cardoso de Melo e passaram por governadoras e outras autoridades. Dilma sempre foi a guerreira competente e fiel aos seus princípios e aos seus líderes. Escrevi que Dilma encaminhava-se para esse evento quando foi convocada para o Ministério de Lula e reafirmei quando foi chamada para a Casa Civil e fez a máquina governamental andar e o Presidente teve mais paz para exercer suas outras habilidades na arapuca da política, na sensibilidade social e no contato direto com as pessoas.

Como no seu discurso de posse, Lula dizia que jamais poderia errar em conduzir seu governo. Dilma não pode errar como mulher exercendo o maior cargo do país. Acredito que as pessoas podem discordar do técnico do seu time de futebol ou da seleção (Dunga jamais seria unanimidade, principalmente porque isso seria burrice redundante). No entanto, as pessoas jamais deveriam torcer contra sua família, sua cidade, seu Estado e muito menos querer a desgraça de seu país. Oposição radical de direita, centro ou esquerda é absoluta conspiração contra a maioria em benefício de alguns.

Que o Brasil continue a crescer em qualidade de vida para seu povo e em harmonia com o mundo. Que nossos governantes atuais corrijam rotas equivocadas ou distorcidas do passado e prossigam nos caminhos de realizações e de luz que seus antecessores pavimentaram. Uma sociedade mais justa e que as desigualdades sejam apenas meras cores de bandeiras e jamais da pessoa sobre a pessoa. Que a esperança jamais nos abandone e que os sonhos sejam metas realizáveis para todos. Dilma saúde, sabedoria e sucesso! E antes que o leitor pergunte: – E Tarso? Creio que é o homem certo, no momento certo para o cargo certo a que tanto aspirava. E o sucesso de Tarso e do Rio Grande do Sul de Todos os Gaúchos será seu passaporte para a Presidência do Brasil. Acredito que seu coração sinta assim. Felicidades Tarso!

 

 

Economia Solidária: Coragem para mudar o Mundo!

 

Enfim criei coragem

E pedi demissão

Do relógio não sou mais escrava

Disse adeus ao meu patrão.

 

Cansei de ser explorada

De sol em sol, de chão em chão.

Quero casa, quero terra e liberdade.

Quero que na mesa, nunca mais falte pão.

 

Vou sonhar e produzir

Dividindo as tarefas, administrando o tempo.

Vou vender, vou viver, vou sorrir.

Vou fazer parte de um empreendimento.

clip_image002

Sozinhos, não mudamos o mundo

Mas juntos, construiremos um planeta saudável.

Respeitando, reciclando e transformando.

O que antes era lixo, agora é sustentável.

 

Aprendi sobre sustentabilidade econômica

E o “tal bicho” da autogestão

Outro mundo é possível

Se praticarmos solidariedade e cooperação.

 

Desenvolvimento sem capitalismo

Na pedagogia popular do aprender

Economia solidária é isso:

Um jeito diferente de se viver!

            

Leonise Nichele Pereira – Presidente da ALVI e Poetisa

 

Natal e Ano Novo!

Eu e os amigos colaboradores agradecemos aos belos votos recebidos. Retribuímos de coração e espírito. E um aviso aos companheiros de jornada – a ALVI-Associação Literária de Viamão está renascendo com Leonise Nichele Pereira de Presidenta e com o vice Gérson “Poeta” Alves e antigos e novos participantes.