2014 * A Arte da Guerra–Sun Tzu–citações para o Ano Novo

 

Arte da Guerra, A

Origem: Wikiquote, a coletânea de citações livre.

(Redireccionado de A Arte da Guerra)

A Arte da Guerra (chinês: 孫子兵法; pinyin: sūn zĭ bīng fǎ), um livro de Sun Tzu escrito no século IV a.C., é um dos mais sábios e importantes textos de estratégia militar.


  • "(…) um comandante militar deve atacar onde o inimigo está desprevenido e deve utilizar caminhos que, para o inimigo, são inesperados…"
  • "A invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defende mostra que sua força é inadequada; quem ataca, mostra que ela é abundante."
  • "… se não é vantajoso, nunca envie suas tropas; se não lhe rende ganhos, nunca utilize seus homens; se não é uma situação perigosa, nunca lute uma batalha precipitada…"
  • "(…) qualquer operação militar tem na dissimulação sua qualidade básica…"
  • "Os que ignoram as condições geográficas – montanhas e florestas – desfiladeiros perigosos, pântanos e lamaçais – não podem conduzir a marcha de um exército."
  • "Estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota."
  • "Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas."
  • "Lutar e Vencer todas as batalhas não é glória suprema. A glória suprema consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar"
  • "Quando próximo, finja estar longe; quando longe, faça-o acreditar que está próximo."
  • "Mantenha-os sob tensão e os cansem."
  • "Atacai-o onde não estiver preparado. Executai as vossas investidas somente quando não vos esperar."
  • "A vitória é o principal objetivo na guerra. Se tardar a ser alcançada, as armas embotam-se e a moral baixa."
  • "Aquele que é prudente e espera por um inimigo imprudente será vitorioso."
  • "Se numericamente és mais fraco, procura a retirada."
  • "É de suprema importância atacar a estratégia do inimigo."
  • "É preferível capturar o exército inimigo a destruí-lo. Obter uma centena de batalhas não é o cúmulo da habilidade. Dominar o inimigo sem combater, isso sim é o cúmulo da habilidade."

Poema–Lúcia Barcelos–Dezembro 2013

 

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Nas asas do lirismo,

voo e encontro a eternidade do tempo,

os ninhos das aves,

as cores do entardecer…

E com elas tinjo a paz que lhe desejo.

Contorno os movimentos das borboletas.

Desnudo as pétalas das flores

que vão ornar o seu caminho.

Suplico à brisa

que faça espargir o frescor das cachoeiras.

E à lua,

que lhe reserve a luz em todas as fases.

E que cada amanhecer

seja tal e qual

a linha da carta mais amorosa do Universo!

E que qualquer desventura,

que este novo ano possa lhe trazer, por ventura,

se dissipe na beleza de um verso!

Lúcia Barcelos

Associação Gaúcha da História da Medicina–AGHM–Novas imagens – 2013

2012 - cartaz da III JORNADA GAÚCHA DE HISTÓRIA DA MEDICINA2013 - CARTAZ EVENTO CENTENÁRIO PROFESSOR RUBENS MACIEL NA ASRM 31 AGOSTO 20132013 - Jornal do Comércio de Porto Alegre - JAIME CIMENTI JORNAL  O COMÉRCIO_n2013 - Livro Encontros da História da Medicinacapa_template2013 - RUBENS MACIEL 100 ANOS2013 -CAPA  Livro Páginas da História da Medicina

Associação Gaúcha da História da Medicina–Mensagem do Prof. Dr. Luiz Gustavo Guilhermano–Presidente–Dezembro 2013.

 

Mensagem Dr. Luiz Gustavo Guilhermano

Presidente da AGHM – Associação Gaúcha da História da Medicina

28 Dezembro 2013.

Caro Edson Olimpio, podemos colocar que em 2013 a maior realização da AGHM foi o lançamento do livro ENCONTROS COM A HISTÓRIA DA MEDICINA, que é o livro de anais da II Jornada Gaúcha de História da Medicina realizada na AMRIGS em 2010, sendo que em 20120 já havia sido lançado o PÁGINAS DA HISTÓRIA DA MEDICINA que é o livro de anais da I JGHM realizada na PUCRS em 2008, agora estamos preparando do terceiro livro da nossa AGHM que é o livro de anais da III JGHM, realizada em 2012 na AMRIGS, o que deverá ocorrer durante a IV JGHM em novembro de 2014. Outro evento de 2013 foi a palestra do DR. Carlos Gottschall em homenagem aos 100 anos do Prof. Rubens Maciel conforme mostra o cartaz em anexo.

Em 20102 houve a III Jornada Gaúcha de História da Medicina conforme o cartaz em anexo

Dia 28 de novembro de 2013 foi eleita nova diretoria para o biênio 2014-2015 A composição da diretoria do biênio de 2014-2015 ficou da seguinte forma: Presidente Luiz Gustavo Guilhermano, Vice-Presidente Maria Helena Itaqui Lopes, Tesoureiro  Jorge Cury, Secretária Karine Puls, Diretora de Eventos Culturais Valentina Cará. Para o Conselho Fiscal foram eleitos os seguintes integrantes: Leonor Schwartsmann, Germano Bonow e Paulo Maciel. Como suplentes ficaram os respectivos integrantes: João Gabriel Toledo Medeiros, Luiz Antônio Godoy e Everton Quevedo.

Foto da Assembleia da AGHM, da esquerda para a direita, acadêmica Valentina Metsavaht Cará, Historiador João Gabriel João Gabriel T. Medeiros, acadêmica Karine Kersting Puls, Dr. Edson Olimpio de Oliveira, Professor Luiz Gustavo Guilhermano, Profa. Maria Helena Itaqui Lopes, Prof. Carlos Gottschall (Presidente de Honra da AGHM), Dra. Leonor Schwartsmann, Dr. Paulo Schuller Maciel, Dr. Luiz Antônio Godoy, Dr. Jorge Abib Cury, Prof. José Geraldo Vernet Taborda, Dr. Guilherme Guaragna Filho.

Se precisares maior explicação podes ligar-me 99618884.

Forte abraço

LGustavo

 

AGHM DIRETORIA 2014-2015

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FELIZ NATAL E MARAVILHOSO 2014

2013 - Natal 1

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“O sol na meia-noite” – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 25 Dezembro 2013

 

2013 – 12 – 25 Dezembro 2013 – O sol na meia-noite – Edson Olimpio Silva de Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

“O sol na meia-noite” – um Natal em Viamão

“S

ei lá que ano de Deus ou do Diabo isso aconteceu, mas que aconteceu isso eu não tenho nenhuma dúvida, pois meu avô contava que o pai dele sabia pelo pai dele.” – assim aquele homem quase centenário balbuciava pela derradeira vez essa história aprisionada em sua alma. E continuou: “A revolução tinha acabado no papel falso que assinaram, mas continuava a matança de irmão contra irmão. O rio-grandense sempre foi um deserdado no Brasil e tratado como estrangeiro ou escória por muitos lá do centro do país. Esquecendo que os bandeirantes, portugueses e brasileiros de tudo que é rincão veio fazer família e trabalho aqui com negros e índios, mestiços e castelhanos. Na nossa veia corre o sangue de sobreviventes e de guerrilheiros. E foi um desses desgarrados que aportou por aqui. Seu nome real jamais se soube, mas atendia por Nego Bento e sempre abria um sorriso de coivara e um riso rouco pelo palheiro aceso entre dedos mutilados. Falava pouco e ria muito. Ria até demais, talvez a enorme cicatriz que deformou sua orelha esquerda explicasse algo. Arrastava a perna esquerda e por vezes puxava-a com a mão, pois parecia que ela queria ficar dormindo em algum banco ou num pelego encardido.

Perambulava aqui e ali. Não recusava uma caneca de café quente ou uma broa de polvilho. Ainda mais um prato com batata doce e feijão mexido. E… quase esqueci! Tinha o Cão. Isso mesmo, um cachorro que atendia por Cão. Podia assobiar ou chamar ou oferecer comida, olhava com os olhos tronchos e enfiava o focinho entre as patas. Era outro sem eira nem beira. Mas nunca se largavam. Onde estava um, podia saber que ali perto estava o outro. E antes do Nego Bento comer, o Cão comia. Algum serviço descarregando as carretas no armazém, costeando ovelhas nos Fragas ou lavando a Igreja. Ele tinha um amor e uma dedicação especial à Igreja e ficava horas a fio olhando para uma imagem de Nossa Senhora. Chegava a dormir e cair do banco. E o padre deixava o Cão entrar com ele. Era o único cachorro da cidade que entrava na Igreja desde que não fosse dia de festa, casamento ou missa.

E assim como Deus fez primeiro os bichos e depois as pessoas, a maldade sempre existiu e gente maligna fazia troça feia com o Nego Bento. Certa feita um tropeiro deu-lhe um baita palheiro que chegava ser loiro de tão bonito. Ele acendeu com gosto e na terceira ou quarta tragada não é que a coisa explodiu numa fumaceira preta. O infeliz botara pólvora no cigarro e quase cegou o homem. Ele só parou de rir e quando sentiu as presas do Cão enterrar no braço maldito. Puxou da adaga para sangrar o cão, mas foi calçado com dois canos apontados para seu peito e enxotado da vila com a criançada atirando pedras.

O inverno não tá só no tempo, tá no coração de muita gente também. Mas um frio temporão saiu da goela dos castelhanos e o minuano abriu o berro nas cumeeiras e nas esquinas. Uma garoa tisnada de cerração escondia o sol. Lembro que na enchente de 41(1941) dezembro azedou de vez e fez dias de inverno. Mas voltando ao sucedido. O pessoal puxou as lãs dos roupeiros e dos baús e forrou as camas e as tarimbas com os melhores pelegos. Uma tal de Rosa, beata por demais, presenteou com um casacão e roupas do finado marido para o Nego Bento. As botas não serviram. O pé era grande uma barbaridade. Os fogões roncavam e a lenha era picada com machado afiado e o cheiro de doce estava em tudo que era casa. As figueiras ficaram peladas. O Natal se avizinhava e se presenteava com compotas, chimias, goiabadas, beijus com amendoim ou até uma peça de tecido encarnado.

Nego Bento passava mais tempo na Igreja, ali no altar da Senhora da Conceição. Ria e cochilava. Por algum motivo começou a enjeitar a comida. – “Vem Nego Bento, a boia tá gostosa demais!” – ria e ficava sempre no mesmo lugar com o Cão de companhia. Preparavam a Igreja para a Missa de Natal. Seria o primeiro Natal dele aqui na terrinha. Não parecia doente. Nem tosse tinha mais e ali mesmo nunca fumava palheiro. Foi uns dois dias antes do dia que Jesus Cristo nasceu que aconteceu. O pessoal escutou um toque de música tarde da noite e o vento tinha sumido como por encanto. Uma noite estrelada e a lua era um clarão só. Parecia um sol na meia-noite. Acenderam os candeeiros e abriram as janelas. Todo mundo ouvia a música. Vinha da Igreja. O pessoal se foi pra lá e o padre abriu as portas. Por uma tábua solta no forro e alguma telha deslocada pela ventania entrava a luz da lua e iluminava o Nego Bento e o Cão. Sentado com a cabeça do Cão na sua perna. Os dedos enlaçados e o riso aberto para a santa. Parecia que a Nossa Senhora e o Menino riam para ele. Nem parecia morto. Pouco tempo viveu aqui, mas trouxe uma luz nunca vista. A gente geralmente lembra das maldades e esquece as benfeitorias. Vamos lembrar do Nego Bento! Sabe-se que o padre sepultou ele em algum lugar da Igreja. Claro que escondido do Bispo. Tô lhe contando pro amigo contar aos outros.” Contei!

Feliz Natal e maravilhoso 2014!

2013 - Natal 1

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