Terno de Reis–Paixão Côrtes

 Recebido de Benedito Saldanha – Presidente do Partenon Literário

OH DE CASA !

 

 

MEU TERNO VIRTUAL ESTÁ CHEGANDO EM SUA MORADA.

 

SOU GRATO POR MAIS ESTE ANO, E AINDA PODER ESTAR SEGUINDO NOSSA “MISSÃO” DE “TIRAR RESES” E LOUVAR A CHEGADA DE JESUS.

 

PEÇO QUE REENVIE ESTE TERNO PARA QUE CANTEMOS EM OUTRAS CASAS
AINDA NESTE CICLO NATALINO QUE SE EXTENDE ATÉ A CHEGADA DOS REIS MAGOS (06 DE JANEIRO).

 

MUITA PAZ E SAÚDE A TODOS ONDE ESTA MENSAGEM POSSA CHEGAR.


J.C. PAIXÃO CÔRTES E MARINA

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O Rio Grande e os  Ternos de Reis  clip_image002

 

 

Estamos  em plenas festividades natalinas, segundo a mais pura religiosa tradição gaúcha , que vai de 25 de dezembro  a 06 de janeiro do próximo ano, ou seja, da comemoração religiosa mais  antiga do folclore gauchesco, que vem de 1750 (herança Açorita) e está bem viva  aos dias atuais através dos verdadeiros tradicionalistas.

Festeja-se o nascimento  de Cristo, data de maior cristandade  universal, com a chegada dos  Reis Magos junto ao presépio, onde nasceu Jesus na mangedora, segundo a Bíblia, tendo como seguimento  a Estrela Guia que iluminou os caminhos à Belém.

Assim cantando de rancho em rancho, residência em residência, de Centro de Tradições à irmandade tradicionalista, nosso festejo dos Ternos de Reis,  lembram esse cenário despido de neve, renas, trenós, e pinheirinhos coloridos, de desenhos e figuras  caricatas  não  cristãs, ausência de mercantilização  de presentes  e comercialização de  fúteis objetos, e desumanas atitudes.

 

Assim, O Terno de Reis com o Mestre, o Contra mestre, o Ajudante de contra mestre  e o “tipi” festejam a tradição gaúcha.

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Ainda hoje, em dezenas de municípios do nosso Estado, os reses são cantados ao som da  gaita, do violão, da rabeca, do tambor e do triângulo.

 

O meu Terno canta:   

 

            Agora mesmo cheguemo

Na beira de seu terrero

Para  tocá  e cantá

Liçença peço premero.

 

Porta aberta, luz acesa

É sinal de alegria

Entra eu, entra meu terno

Entra toda a compania.

 

Jesus Cristo está nascido

Para ser sempre adorado

Nosso prazer é profundo

És o filho de Deus que veio salvar o mundo

 

Malchior, Baltazar, Gaspar

Trazendo ouro, mirra , incenso

Ao rei que vão adorar

Por que tem prestigio imenso.

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E nesse presépio oculto

Tão pobre de ostentação

Veio a luz  o belo vulto

Que nos trouxe a salvação.

Dentro da mangedoura

O senhor Jesus nasceu

Hoje é noite mui festiva

Brilham as estrelas lá no céu.

 

25 de dezembro

Cristo nasceu em Belém

Todos , todos  o adoravam

Nós o adoramos também

 

Chegamos em sua morada

Eu e meus companheiros

Nós andamos festejando

O  primeiro de janeiro

 

Vamos dar a despedida

Como deu Cristo em Belém

Esse terno se despede

Até o  ano que vem.

 

J.C. Paixão Côrtes

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AIDS – fonte www.snifdoctor.com.br

 

AIDS, história e informação nunca é demais

Breno Rosostolato*

O tema é sempre recorrente na mídia pela importância na discussão e pelo fato de ser uma doença incurável. Nos últimos anos, as tentativas de se chegar a uma cura, cria sempre uma esperança e uma perspectiva de que logo contemplaremos a erradicação deste mal que assola a sociedade há 33 anos, desde os primeiros casos nos Estados Unidos, em 1981. Uma pandemia que se apresentava quando 41 jovens homossexuais apresentaram sarcoma de Kaposi, um câncer raro que até então se manifestava quase somente em idosos e morriam logo em seguida ao se internarem no hospital. Inclusive, a doença durante um tempo era considerada como "câncer gay", batizado de GRID (sigla em inglês para ?imunodeficiência relacionada aos gays?), o que determinou o conceito equivocado de ?grupo de risco? e estigmatizou os homossexuais, acentuando o preconceito. Foi quando a doença começa a se manifestar em heterossexuais, mulheres e crianças, a sigla muda para AIDS (no português com definição "síndrome da imunodeficiência adquirida"). Em 1983, Robert Gallo e Luc Montagnier descobrem este novo retrovírus e publicam suas descobertas na revista científica Science.

A AIDS toma proporções alarmantes nos anos 80, contaminado 89% dos hemofílicos dos EUA, pois, como não existiam técnicas para detectar o vírus, as transfusões de sangue eram arriscadas. A propósito, esta foi uma das maneiras em que a doença se disseminou. As teorias do surgimento da doença são bastante numerosas e curiosas, como aquelas que são conspiratórias e defendem a ideia do vírus ter sido criado em laboratório. No entanto, todas elas convergem numa ideia de que a AIDS é um vírus que infectava primatas, como o chimpanzé e que não apresentavam problemas.

A teoria do surgimento da AIDS defendida pelos pesquisadores da Universidade de Nottingham sugere que o vírus HIV é a junção de dois outros vírus, que infectam macacos na África. Levando em hipótese que o HIV é uma variação de um vírus de nome estranho, o SIVcpz, encontrado nos chipanzés, os cientistas descobriram o DNA do vírus de macacos de espécies diferentes e que fazem parte da dieta alimentar do chipanzé. Na transmissão ao ser humano, a explicação mais aceita é conhecida como a teoria do caçador, ou seja, caçadores, ao manipularem a carne dos macacos caçados e consumirem esta carne, foram contaminados. Outra teoria plausível é a da Vacina Oral Pólio defendida por Edward Hooper, em seu livro "The river". O escritor britânico defende a ideia de que o vírus teria sido transmitido através de experiências de médicos nos anos 50, que estavam em busca de uma vacina para a poliomielite.

O HIV se desenvolve em contato com o sistema sanguíneo, ocasionando na Aids. Aqui vale reforçar a explicação que após o contágio, a doença pode demorar até 10 anos para se manifestar. Por isso, a pessoa pode ter o vírus HIV em seu corpo, mas ainda não ter Aids. Uma vez em desenvolvimento do vírus, começa um processo de destruição dos glóbulos brancos do organismo da pessoa doente. Como esses glóbulos brancos fazem parte do sistema imunológico dos seres humanos, sem eles, o doente fica desprotegido e várias doenças oportunistas podem aparecer e complicar a saúde da pessoa. O portador do vírus HIV, mesmo não tendo desenvolvido a doença, pode transmiti-la.

A AIDS é a segunda doença infecciosa que mais faz vítimas no mundo, logo atrás da tuberculose, revolucionou o mundo, transformando a sociedade em seus hábitos e costumes, principalmente, no que se refere ao sexo, justamente por se alastrar através de sua prática. Se por um aspecto positivo e necessário a revolução sexual na década de 60 e 70, originária da contracultura, desde o movimento beatnik, passando pelos hippies e a geração "faça amor, não faça guerra", chegando aos movimentos femininos de emancipação das mulheres, as passeatas gays e o surgimento da pílula anticoncepcional, possibilitou a quebra de tabus e paradigmas sociais e a resignificação dos conceitos sobre sexo e o desejo, rompendo com a repressão sexual do passado, o vírus HIV, por sua vez, de uma maneira negativa, impôs cautela e cuidados com a entrega aos prazeres e aplicou uma nova ordem, o sexo seguro.

De uns tempos pra cá a AIDS tem sido encarada muito diferente desde sua descoberta e o primeiro caso documentado de que se tem conhecimento, em 1959, de um homem da atual República Democrática do Congo. Sua destrutividade e ideia que se tinha de "pena de morte" logo após o diagnóstico foi substituída por perspectivas e o prolongamento da vida com a chegada dos remédios para combater o vírus. Em 1986, com a chegada do AZT, que apresentava resultados bem limitados, ou em 1996, com o surgimento do coquetel de drogas antirretrovirais, a probabilidade de sobrevida das pessoas infectadas é muito maior. Muitos encaram o vírus como uma gripe e não se preocupam como de fato deveriam, justamente porque esta sobrevida deu uma falsa ideia de que a doença não é mais tão perigosa. Os estudos mais recentes para alcançar a cura do HIV indicam um tratamento através da terapia antirretroviral, altamente ativa (HAART, na sigla em inglês), reduzindo em 96% a transmissão do vírus e aumentando a qualidade de vida do infectado. Estas pesquisas foram apresentadas numa reunião anual da Sociedade Radiológica da América do Norte (RSNA). Os próximos passos são ensaios clínicos com os pacientes em meados de 2014.

Fato é que a AIDS já matou milhões de pessoas até hoje, e a cada ano são registrados de 33 a 35 mil novos casos (números somente do Brasil). Até hoje se estima que 630 mil pessoas no país vivam com o HIV. A melhor forma de combater esta pandemia é o uso de preservativo, não compartilhar seringas e, principalmente, muita informação contra a ignorância e equívocos, pois muitas pessoas ainda possuem dúvidas sobre as formas de contrair a doença. Combater o preconceito é essencial à medida em que é preciso desmistificar algumas ideias totalmente errôneas sobre a doença, como considerar que apenas contrairão a doença homens homossexuais e usuários de drogas, ou que qualquer relação anal entre dois homens, que não estão infectados, pode levar à infecção do vírus. O dia 1° de Dezembro foi eleito o Dia Mundial de Luta Contra a Aids desde 1987 e serve para reforçar a tolerância, conhecimento e a compreensão às vítimas do HIV/AIDS, fatores primordiais para vencermos a doença. Às vésperas do carnaval é sempre bom reforçar esta ideia de que o sexo e o prazer podem ser muito mais gostosos quando somos conscientes.

Breno Rosostolato é psicólogo e professor da Faculdade Santa Marcelina – FASM

Hipocondria–Fonte www.snifdoctor.com.br

 

Hipocondria: causas, consequências e tratamentos

Breno Rosostolato

O paciente se sente constantemente doente? Sente o corpo convalescendo e tem a sensação que está doente? Uma gripe já é o suficiente para o paciente achar que é algo pior? Qualquer mudança de temperatura no corpo já é motivo de preocupação? Cuidado, será que seu paciente não é hipocondríaco?

A hipocondria é um distúrbio psiquiátrico caracterizado pela hipervalorização de sintomas absolutamente normais, fazendo o indivíduo acreditar que é portador de uma doença grave, muitas vezes "ainda não diagnosticada". Geralmente, os pacientes têm um medo irracional da morte, observam qualquer mudança e alterações no próprio corpo e devido isso vivem na iminência de estarem doentes. A doença está associada ao Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), à depressão ou à ansiedade.

A obsessão é uma alteração no pensamento que cria impulsos, imagens, cenas e dúvidas que invadem a consciência. São ideias impulsivas experimentadas como intrusivas e inapropriadas, que se manifestam de forma quase involuntária, repetitiva, persistente e, normalmente, absurdas. Estes seriam os pensamentos que o hipocondríaco sustenta sua convicção de que está enfermo. A pessoa, na tentativa de evitá-las ou ignorá-las, passa a ter comportamentos ritualísticos afim de neutralizar a ansiedade causada por estas ideias, que dão origem a compulsão. Atos repetitivos, como no caso de verificar se fechou a porta da casa quatro vezes, ou atos mentais, como rezar, contar e repetir frases são típicos de uma pessoa compulsiva, são comportamentos que atenuam a angústia da obsessão. Muito comum o hipocondríaco se automedicar e buscar remédios para curar a suposta doença. Em alguns casos, estocam medicamentos em casa para se sentirem mais seguros e algumas pessoas ficam pesquisando remédios novos para sua doença. A pessoa possui o discernimento de que esses pensamentos são reais, reconhecem os excessos e exageros, mas mesmo o juízo crítico não é suficiente para acabar com as atitudes compulsivas.

As causas do distúrbio não são bem definidas, mas estudos indicam que aqueles que sofrem de hipocondrismo valorizam excessivamente o corpo e a saúde ou que tem dificuldade em lidar com mudanças e limitações. São pessoas que apresentam uma ansiedade muito intensa e medos recorrentes, apresentam, também, uma maneira mais negativa de encarar a vida e são pessimistas. Ler bulas de remédio geram muito medo e angústia. Além disso, a hipocondria afeta pessoas carentes, com baixa autoestima e que sentem necessidade de atrair atenção. O hipocondríaco é inquieto e agitado, lhe agrada que outras pessoas confirmem seu suposto estado de doença, não gosta de ser contrariado e afasta-se de quem não acredita em sua fantasia.

Os sintomas mais temidos por quem sofre da doença são dor no peito, o que poderia levar a um processo de infarto; sede crônica, muitas vezes associada à diabetes; perdas ocasionais de memória e vir a sofrer do mal de Alzheimer; dificuldade de respirar, relacionada pelo hipocondríaco à doenças cardiovasculares; dores crônicas de cabeça; e tosses constantes, que são associadas à presença de tumores, meningite, tuberculose ou câncer.

Existem tipos de hipocondria. Os casos mais comuns são pessoas que acreditam ter uma doença que ainda não foi diagnosticada. Os casos mais agravantes seria a pessoa não conseguir ter vida social, faltar no trabalho e se afastar da família e amigos, evitando situações de contaminações. O estado emocional é bastante enfraquecido e a sensação de medo de que alguma coisa ruim vai acontecer é intensa e sufocante. É normal desencadear quadros de pânico e o uso desenfreado de medicamentos também é uma

O tratamento aconselhado em situações de hipocondria é a psicoterapia, realizando, num primeiro momento, a conscientização e a aceitação do cliente de que precisa de ajuda e, num segundo momento, buscar as raízes da hipocondria, que são situações de vida mal resolvidas do indivíduo. A hipnose clínica pode auxiliar neste processo de elucidação dos conflitos e revelar detalhes importantes para se compreender a história da pessoa. Desta maneira, o objetivo não é atingir uma cura, mas o controle do medo e, principalmente, dar condições para a pessoa não fantasiar situações de doenças diante dos problemas que podem surgir na vida pessoal. Encarar a realidade e reconhecer os limites é importante para as pessoas que sofrem desse mal. Resgatar a alegria da pessoa e o prazer em viver é o fator principal para não se preocupar com a morte.

Breno Rosostolato é psicólogo e professor da Faculdade Santa Marcelina – FASM-SP

Imagens Aleatórias – Profissões

Vendedor de Maçãs

O vendedor de maçãs pelas ruas de Viamão.

 

Queijo coalho “diet” na orla.

Nenhuma mulher resiste aos vendedores de saídas (ou entradas) de banho e outras ‘cositas’ mais. E tem um espelho para as criaturas se verem mais belas.

“Anjos do mar”.

Criança, picolé e praia!

Viamão – Imagens Aleatórias Janeiro 2014

Uma espaçonave? Um disco voador? Extraterrestres invadem Viamão City?

Nããããooo! É nossa “centenária” Caixa d’ Água no Largo Adonis dos Santos ou Praça dos Camelôs. Foto noturna com teleobjetiva.

Santo Antônio – é a fé estampada nas construções. Agradecendo e solicitando proteção.

Viamão para todos!

Skate na rua Francisco Carvalho da Cunha. As imagens não mostram os traficantes e drogados na região central da Primeira Capital de Todos os Gaúchos.

Apaches invadem Viamão City

Alguém poderia imaginar um ataque de apaches ou comanches incendiários. Mas é uma prática absurda e contrária à normas de segurança e civilidade – Queimam lixo em dias de calor escaldante no verão viamonense.

A torre do Seminárioa vários km!

Os campanários duplos da Igreja Nossa Senhora da Conceição. Um pássaro “desfocado” e acidental na imagem de longa distância.

O sol poente com ‘rabos de galo’.

Ao fundo – morro Santana, vilas Santa Izabel e Monte Castelo. E vai um BigMac?

Viamão – Imagens Aleatórias–Janeiro 2014

Permanece “VIVA” a mais tradicional funerária viamonense.

A defesa do cidadão contra as constantes faltas de água. O Prefeito Bonato revela vontade de romper contrato com a Corsan.

A beleza do arco-íris duplo em Viamão City.

O que poucos conhecem – o Hospital de Viamão “visto por trás”.

Jan 14

Imagens de uma noite de verão. Três maravilhas: MacDonalds, SubWay e a Lua. Ou seria a bela e iluminada noite do Capitalismo e da Democracia?

Manifestações!–2014 Janeiro

 

Brilhante esta:

 

“São leões para protestarem, mas são jumentos para votarem!” (Datena)

Gol_do_FRAMENGO-Steguer

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