Crônicas & Agudas – O Livro! – 2015

CONVITES

 

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Apresentação

“Fé de mais ou fé de menos?” – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 01 Dezembro 2015

 

2015 – 12 – 01 Dezembro – Fé de mais ou Fé de menos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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“Fé de mais ou Fé de menos?”

 

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 fé é para ser algo ou alguma coisa além de especial, bonita mesmo, pois a fé até “move montanhas”. Apesar de ao mover montanhas e descuidar das barragens de contenção, nem a fé consegue segurar um tsunami de lama e dejetos minerais. “detalhes”, disse-me com a mãe direita sobre o coração e os olhos suspirantes para o céu o encostado Valdisney. Valdisney já nasceu encostado, como tantos. Da parteira ao colo da mãe e logo da madrinha avó, mas pulando esses encostos iniciais, casou-se com a Dienepher “com ph” e daí que encosta aqui e ali nasceram mais oito encostadinhos. Bonitinhos, uma belezura. Sofre de “depressão pós-trabalho” e foi acumulando uma bolsinha, uma cotinha, e… Sempre mais um encostinho. E assim nasceu o seu amor pela sua santidade Lula. – A fé da turma do EI – estado islâmico – é simplória se comparada ao lulismo, – avisou-me. E mesmo contrariando ao seu pastor televisivo, colocou um póster do Lula no lugar mais visível da sala e numa pequena prateleira sempre uma vela acesa em sua reverência.

 

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Sabe-se que Lula pode ter trabalhado até os 23 anos de “sabedoria”, pois logo adentrou aos templos sindicais onde desenvolveu suas aptidões metafísicas, teológicas e monetárias – como palestrante emérito. Sua Santidade ou $$ trouxe fortuna e fastigiosa ascensão aos seus acólitos, seguidores e genéricos. Como $$Lula escreve certo mesmo por linhas tortas, alguns vassalos e a elite infiltrada abusaram do amor do “pai”. Inclusive seus filhos e outros familiares com rápido, meteórico enriquecimento sem que o pai percebesse algo além de sua soberba inteligência e venerada capacidade empresarial – “filho de Lula, lulinha é!” Valdisney toma-se de furor caso alguém levante qualquer suspeita de seu mestre, principalmente depois de se autodeclarar indígena – 5% de sangue guarani do agreste pernambucano. Falsos amigos, “safados mocozados”, aproveitaram seu amor pátrio para levarem-no em jatinhos de empreiteiras e maus empresários, mas ele como a pomba de Noé não viu-nem-ouviu. Outros o usaram para enterrar o Brasil num mar de lama e dejetos negros com o óleo escondido e não retirado do pré-sal, fazendo Mariana parecer crianças brincando no jardim das escolas lúdicas.

 

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Demônios enganam o Papa e o Vaticano, como não enganariam o mestre Lula?” – articula-se fazendo coro com adulados movimentos sociais e movimentos peristálticos. “Se crucificaram Cristo, por que não atacariam o mestre?” Maravilhe-se com o esplendor da fé! Kardec apregoava a “fé raciocinada”, mas aqui é passado? Não há como não se emocionar e até verter as “lágrimas idiotas” de Picasso admirando Guernica. O capitalismo maldito; o FMI (Fundo Monetário Internacional); as elites interesseiras e desprovidas de amor pelos pobres do Brasil; os médicos brasileiros sem o espírito humanitário dos “médicos” (?) cubanos; essa turba organizada em lotar prontos-socorros e hospitais para prejudicar a imagem do Brasil; esse pessoal que duvidou e apostou contra o Fome Zero e os PAC (mesmo empacados!) e a Pátria Educadora junta-se à quadrilha que desorganiza a boa segurança do brasileiro e seu direito de ir e de não-vir… São “eles” que atacam o mestre. “Eles” duvidam de sua honra e de sua lisura de lula e apostam contra o Brasil – tento reproduzir seus sentimentos de fera ferida.

 

O BNDES, Banco Nacional das Elites Simpatizantes, empresta e não cobra. Valdisney alega que o investidor nacional e estrangeiro apostam no Congresso e no voto solidário e orgulhoso dos “filhos do Brasil” pelo seu Mestre e cerrará fileiras com os dentes restantes bem arreganhados para protegê-lo e amá-lo com fé de mais e não com fé de menos. E que “nunca faltará petróleo nacional para alimentar as fornalhas do Inferno e queimar os infiéis e descrentes”.

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Essas mulheres maravilhosas e seus cremes fantásticos! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 24 Novembro 2015.

 

2015 – 11 – 24 Novembro – Mulheres e seus cremes fantásticos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

 

Essas mulheres maravilhosas e seus cremes fantásticos!

 

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s mulheres em busca da beleza e de uma pele bonita e sensual gastam várias vezes o seu peso em cremes embelezadores durante sua vida. E fazem muito bem. A mulher deixando a infância, após a menarca terá a companhia de cremes e certamente de homens ou seus príncipes encantados. Alguns não tão encantadores, mas desejosos dela – a bela. “Para quem ama, o feio bonito lhe parece!” – sabedoria que desde meus jovens anos aprendi com minha mãe Dora. “As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental!” – pelo mestre poeta Vinícius de Morais. Desde tempos imemoriais as mulheres buscam uma pele viçosa, suave ao toque, bela ao olhar, perfumada como rosa ao esplendor. Desde as beldades da corte de Genghis Khan, dinastias chinesas, misteriosas nipônicas e rainhas egípcias, óleos e cremes estão no arsenal feminino numa guerra de competição com outras mulheres, com o tempo e consigo mesmas.

 

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Óleos de oliveira ou das mais secretas formulações. Leites de cabras ou de camelas. Essências exóticas e raras. Banheiras e banhos de imersão. As egípcias retratadas nos hieróglifos e na arte escultural combateram o calor, o sol, a escassa humidade ambiente, a areia e o vento para que suas peles não virassem papiros. Orientais talvez usassem até de animais sagrados ou não. O machismo empedernido diz “que essa mulher não dá mais no couro”, numa analogia sinistra ao sexo sem qualidade ou a secura genital. Todas querem continuar sendo amadas e desejadas pelo seu homem ou cativantes e deusas no exercício do poder feminino.

 

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A árvore de casca espessa ou que a morte veio da ausência da fluidez de sua seiva servirá para lenha. Nenhuma mulher no seu íntimo deseja ficar ou ser uma “árvore seca” que servirá para aquecer externamente e não intimamente. A menopausa traz a simbologia da “árvore que não dá mais frutos”, mas na moderna acepção principalmente busca-se uma longevidade com qualidade de vida e da beleza. De feiura basta a situação social brasileira. Novamente o machismo pensa nos “finalmentes”, alega e reluta contra as necessárias e fundamentais aplicações dos cremes e produtos da beleza feminina. “Não há mulher feia, há mulheres mal tratadas” e vistas com o olhar distorcido ou com o astigmatismo do coração por homens de pouca inspiração e muita transpiração.

 

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Mulher feia e briga de foice eu passo longe!” – Filósofo do Apocalipse. Toda regra tem exceção e inclusive esta. Tem feia inteligente e burra que chega a altos cargos. Essa é parte da ideologia de fazer “poste” virar algo melhor. Mas aprecio também o ritual. Tem a base preparatória antes do pré-creme. Aí vem o pré-creme. Depois o creme principal e vai ao pós-creme. Apagam estrias. Nutrem o colágeno. Revigoram fibras. Estimulam a circulação linfática e células rejuvenescedoras. Retiram células mortas pelo sol, pelo vento e pelo mau olhado das adversárias. Criam uma película protetora – também até do olho gordo. Renovam cinco, dez anos. Para mãos, pés, face, seios, abdômen, pernas e… Os anos não passam e fazem o milagre de retroceder no tempo. Frescor por 24 horas. Sensualidade nas regiões necessárias e beleza em todas.

 

Sou amplamente favorável à desoneração fiscal de todos os cremes e demais armas ou subterfúgios para a beleza. E mais – uma “bolsa creme” para todas as brasileiras no valor dos auxílios alimentação, casa e outros eteceteras dados ao judiciário que pouco traz de beleza à vida do brasileiro. Com exceções conhecidas e até desconhecidas. E viva o creme de beleza!

A jovem maquiada2

Sonhos e… Pesadelos! – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 17 Novembro 2015

 

2015 – 11 – 17 Novembro – Sonhos e… Pesadelos – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Sonhos e… Pesadelos!

 

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 mundo ainda se contorce no cotidiano e nos leitos que seriam de descanso ou de amor com o pesadelo francês. No início do ano a redação e funcionários do jornal Charlie Hebdo foram vítimas do terror em Paris. Logo surgiram as explicações que “justificavam” com as charges ofensivas aos muçulmanos. Ação e reação, dizia-se. Algo semelhante com os episódios das torres gêmeas, com o metrô de Londres, na Espanha e nessa cadeia de destruição e morte como a queda do avião russo no Egito e mais de duas centenas de mortes – motivos! Parece que a França tem enorme dificuldade de entender os sinais premonitórios de que sua terra será atacada e seu povo e todos aqueles que buscam a sua pluralidade. Charles De Gaulle comandou a resistência francesa na II Guerra Mundial de Londres e os exércitos de Hitler marcharam sobre a França. Liberalidade e pluralidade na pátria da Marselhesa. Todos convivendo com todos. Assim baixou-se à guarda, diminuíram-se as defesas, abrandaram-se os cuidados contra o terror?

 

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Cerca de dois dias antes, os jornais nacionais mostravam a rotina da fuzilaria numa das principais avenidas do Rio de Janeiro. Os veículos retidos e seus ocupantes em desespero buscando algum tipo de abrigo ao som tétrico das armas automáticas em sinfonia de morte. Eis que um pai com um bebê em seus braços tentava alguma defesa e proteção atrás de um carro. Todos os americanos que morreram durante a sangrenta guerra do Vietnam em anos de renhidos combates… Número similar morre violentamente no Brasil anualmente. Leu correto – anualmente! Os sonhos daquele pai e de tantas mães que amaram antes da concepção, pela gestação e com os filhos aos seus lados, quantos planos e projetos – sonhos, quantas lágrimas de felicidade tornam-se choros convulsivos de dor e de desolação num pesadelo sem fim.

 

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Se a mãe natureza não nos dotou de garras dilacerantes, presas afiadas, couraças ou escamas protetoras, portes avantajados ou glândulas venenosas como somos tão destrutivos? Nascemos absolutamente desprotegidos e dependentes. Por longos anos assim continuaremos. Como então somos tão cruéis, sanguinários, obcecados e tantos necessitados de verter e de banhar-se no sangue de seus semelhantes e da destruição sistemática de outras formas de vida e da mãe primordial – a natureza? Há entendimentos teológicos, filosóficos ou espiritualistas como de outros desprovidos de qualquer vínculo religioso de que dois terços ou três quartos da humanidade é ruim e primitiva nas suas essências e de que somente cerca de 20 por cento é que realmente se esforça em evoluir, iluminar-se e crescer no amor.

 

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Concorde ou discorde, mas observe e conclua se puder. Para muitas pessoas em muitas civilizações e em todos os tempos o estado de sono é o estado humano mais próximo da morte. Eis o terror, a fobia ou a singela dificuldade daqueles que consciente ou inconscientemente tentam conciliar o sono necessário. Quanto do uso e do abuso de soníferos está nessa situação? Nesse caudal está o sonho e suas conexões com as nossas fantasias, nossas realidades vividas ou por vivenciar, o desprendimento do espírito para voos sem o casulo corpóreo, a atividade de um cérebro tão pouco conhecido, ou… A humanidade busca explicações, entendimentos e aperfeiçoamentos desse estado fundamental para o homem e visto também em certos animais. A ciência demonstra que o bloqueio persistente do sonho leva a graves problemas físicos e mentais. Todos nós sonhamos! Lembrando ou não. Acordados e dormindo. E quantas vezes os pesadelos continuam mesmo estando acordados?

Espírito Santo 2

Conflito: A Justiça e a Moral x Os Privilégios e as Facilitações – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – 10 Novembro 2015

 

2015 – 11 – 10 Novembro – Conflito: A Justiça e a Moral x Os Privilégios e as Facilitações – Edson Olimpio Oliveira – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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Conflito:

a justiça e A Moral x os privilégios e as Facilitações!

 

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 criatura humana tem a propriedade de aplaudir ou de vaiar dependendo do pescoço que está na ponta da corda. Daí a crucial frase: “Quem tem teme!” É próprio da política e dos políticos darem vantagens para uns com o suor e com o sangue dos outros. Nessa trilha estão as facilitações, privilégios ou benefícios para ingressos em jogos de futebol, cinemas, espetáculos de toda a ordem, como também em passagens de ônibus e cotas especiais para pessoas ou raças. Somos pródigos em ver o merecimento e a necessidade de prestar ajuda e auxílio. Somos seres solidários, principalmente usando a parte intelectual e não a física e material. Provavelmente a famosa culpa que nos impõe pelos “pecados” ou feitos contrários de nossos antepassados desde épocas remotas. Qual a culpa da Maria e do João pelo Cabral ter pisoteado nessa “amada terra do Brasil”? Nem todos aceitam e pensam dessa forma. Quantos não se consideram devedores de negros e de índios pela escravidão e o desbravamento do Brasil até sendo tão ou mais humildes que certos favorecidos? Quantos encaram o darwinismo social (a sobrevivência dos mais aptos) como real e necessário e pregam à boca pequena pelo temor da perseguição ideológica que nesses 500 anos de Brasil, os índios, por exemplo, se não evoluíram e melhor se adaptaram é deles a responsabilidade e não do resto da sociedade? Há defensores de cotas raciais que se alegram com as novelas e espetáculos na TV que mostram os negros em rodas de samba, sensualidade abusiva e escasso avanço na escala social do mérito escolar – poucos elogiam o Ministro Joaquim Barboza e muitos outros, por exemplo.

 

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Quando certas ONGs (Organizações NÃO governamentais) somente sobrevivem com o dinheiro drenado pelo governo dos nossos bolsos, contrário ao seu nome, muitos aplaudem. Os “benefícios sociais” ilustrados com o belo nome de “conquistas do trabalhador” representam que o cidadão está tendo seus impostos sangrados em benefício de poucos e raramente do todo social – vide bolsa alimentação do Judiciário, por exemplo. E logo serão “direitos adquiridos” ou capitanias hereditárias de seus possuidores e ali adiante estará um Estado falido de 12 milhões de pessoas que não cumpre a conta salarial de 350 mil funcionários – vide RS. Tudo com o manto protetor da legalidade de leis aprovadas pelo corporativismo faminto e mascaradas por uma justiça tantas vezes injusta e imoral, como com os aposentados do INSS, aberrante e cruel exemplo. Do estoico estudante ao vagabundo empedernido quantos se acham dependentes das benesses da sociedade e do Estado paternalista? Dê algo a alguém, repita e repita esse gesto e logo estará obrigado a manter essa nutrição paradoxal ad eternum. Observem movimentos femininos que exigem direitos iguais, salários iguais, liberdades iguais e outros portantos, mas jamais algumas dessas reivindicantes feministas quererão aposentadoria pelo mesmo tempo de idade, contribuição, tratamento igual ou serviço do homem?

 

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O Jornal Opinião mostrou em edição passada que através de políticos e pela prefeitura serão concedidos “até 95% de desconto” para que inadimplentes nas obrigações de impostos e taxas coloquem-nos em dia. Que outras leituras o cidadão faz? – Esses safados da Prefeitura cobraram abusivamente e agora estão dando refresco para alguns! – Esses políticos para ajeitar a vida de seus amigos querem esse benefício contrário a quem sangrou para pagar em dia! – É a cultura da esperteza cruel – ninguém deve pagar em dia, pois lá na frente terá um político e a prefeitura para dar perdão ao mau pagador principalmente! – E os que pagaram em dia terão descontos compensatórios por carregarem nas suas costas as obrigações da sociedade viamonense, como os salários dos vereadores, do prefeito, etc? – Por que não cobram algo mais acessível a todos, em vez de sangrar os que pagam em dia, tantas vezes em detrimento de sua família e de suas necessidades pessoais? Quando alguém não cumpre sua obrigação, quando alguém não paga o que deve ou paga abaixo do valor inicial, duas coisas são reais: há abuso de valores cobrados ou extorquidos e alguém está pagando pelos devedores ou pelos beneficiados. O artigo V da Constituição (Cláusula Pétrea? – Todos são iguais diante da Lei) foi “aprimorada”, pois alguns são “mais iguais que outros”. Objetivo do Cronista: o leitor deve argumentar consigo inicialmente sobre a Justiça, a Moral e a Ética da nossa sociedade brasileira e as vantagens e privilégios que arcamos para que o todo “facilite e aprimore” partes e segmentos.

 

Como a fração dos brasileiros que estuda e trabalha e sempre trabalhou e que todas suas conquistas foram pelo mérito e pelo esforço aprendido com os pais (que trabalharam honestamente até à morte) e ao longo de uma vida de esforços e respeito aos outros, vimos uma nação enferma, doente em que a justiça, a moral e a ética são simples objetos de retórica e de fins duvidosos e escusos.

 

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Escritos VII pelo Partenon Literário – Edson Olimpio Oliveira – Outubro de 2015

 

Crônicas publicadas:

A fuga da Rotina!

Uma Viagem ao Litoral!

Um Banho de Mar!

Um Churrasco na Praia!

2015 - Escritos VII Partenon Literário - Eds Olimpio - A fuga da rotina-Uma viagem ao litoral-Um banho de mar-Um churrasco na praia - Especiais de Verão - O humor não tira férias

Vozes do Partenon Literário VII–Edson Olimpio Oliveira–Outubro de 2015.

 

Crônicas publicadas:

“Digavar e Sempre!”

O Poder da Culpa!

Mulher ou…

O Arigó e as Guampas!

2015 -Vozes do Partenon VII- Edson Olimpio - Digavar e sempre-O poder da culpa-Mulher...ou-O arigó e as guampas

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