Evento EMS e Reencontro.

Por convite da ótima profissional TATIELE em belo evento, um feliz reencontro com o casal NORO.

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O Poder do Padrão! Ecos da Alma. – Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 27 Setembro 2016.

 

2016 – 09 – 27 setembro – O poder do padrão – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

www.edsonolimpio.com.br

O Poder do Padrão! – Ecos da alma.

Seremos prisioneiros de nossos padrões de comportamento, de nossos padrões de vida, súditos ou reféns de nossos paradigmas? Mesmo querendo e fazendo esforços, conseguiremos mudar algo que nos incomoda, que nos desgosta ou que nos aflige? Há várias correntes que analisam nossos padrões pelo “padrão” psicológico ou psiquiátrico. Outros analisam pelos modelos espirituais. Há correntes e fluxos para todos os gostos e desgostos. “Somos aquilo que somos! ” – dizia um entrevistado. “Quero fazer diferente, não quero fazer mais assim, mas não consigo! ” – queixa-se alguém. “Eu tenho livre arbítrio e eu decido o meu caminho! ” – afirma outro com convicção. “Deus tem um livro da vida de cada um e lá está tudo escrito, para o bem e para o mal! ” – retrucou entre um gole de cerveja e um naco sanguinolento de churrasco. Você se encaixa em alguma dessas correntes? Tanto faz? A verdade é que somos e executamos padrões de comportamento que nos tornam engrenagens de uma máquina e muitas vezes sair do modelo significa destruir aquela máquina ou construir uma nova. Ou ficar num limbo. Grande parcela da humanidade que acredita na reencarnação atribui a essa ida e vinda do espírito habitando tantos corpos e em tantas existências como uma maneira de mudar, romper estilos destrutivos e firmar modelos mais iluminados e superiores.

Crônicas & Agudas

Veja-se em coisas simples do seu dia a dia. Como acordar depois de dormir do mesmo modo e do mesmo lado da cama. Movimentos repetidos que faz e ao ir ao banheiro, fazer a sua higiene – escovar dentes, lavar-se, urinar e evacuar, o banho de chuveiro, tipo de xampu e creme dental, seu método de pegar e usar o papel higiênico. O desjejum obedece a um modelo e um ritmo que se repete. Observe como as pessoas e você sentam à mesa, uso dos talheres, do guardanapo. Ops! Você arrota e ronca como um leão? Ir para escola ou para o trabalho. Sinta como se repetem cada etapa. Confira como desde coisas singelas até as mais íntimas – tudo está dentro de um modelo, de um protótipo – o seu padrão. Mecanismos conscientes e inconscientes sempre ativados para nos manter dentro de um padrão com o mínimo de variações. Nosso corpo reage sempre assim, buscando uma homeostase, um equilíbrio que o mantenha vivo e saudável.

Cr & Ag

Em dietas, com muito esforço perdemos alguns quilos, depois estacionamos ou retornamos ao peso original. Ao emagrecer estamos rompendo ou dando elasticidade a um padrão que nosso corpo entende como ‘seu equilíbrio’. Quando perde peso, uma luzinha amarela acende com o ‘medo de adoecer’ ou pior ‘medo de morrer’. Aciona (o corpo) seus gatilhos para que a comida armazenada (como os pneus de gordura) fique disponível e se rebela – ‘não quero adoecer, enfraquecer e morrer’. Assim é que a pessoa precisa persistir para que o corpo entenda que ‘viverá melhor com menos peso’ até revoltar-se novamente. Muito do efeito sanfona está nessa visão e piorada pela decisão elástica da mente e do espírito daquele corpo.

Cr & Ag

Jamais aceitamos facilmente que estamos errados em alguma coisa. “Eu não, eu mudo quando estou errado! ” – estufa o peito com autoridade. É falso. A imensa maioria que precisa mudar até de opinião, precisa de esforço. Muito! Esforço para movimentar-se para outra posição ou outro polo. Isso gera desconforto e até dor. A dor de estar errado e aceitar o seu erro é difícil de encarar pessoal e publicamente sem buscar uma explicação, geralmente externa. Persistir no erro com convicção férrea é humano. Primitivo e até estúpido, mas ainda humano. A negação é a manifestação da mente e da alma refratária à evolução. Eis porque em tantas condições em que a verdade, a realidade e todas as evidências mostram a realidade, o ser humano tem enormes e severas ‘dúvidas’ ou nega-se a aceitar e mudar seu padrão e romper seus paradigmas.

“Um Tesouro chamado Livro” – por Lu Narbot–Projeto de Incentivo à Leitura.

 

Nota: Mensagem recebida da colega médica e escritora após XXVI Congresso da Sobrames.

Caros Congressistas

 

Sou Lúcia Edwiges Narbot Ermetice,  de Campinas, dermatologista, formada pela UNICAMP, em 1969.

 

Estive com vocês durante o XXVI Congresso Nacional da SOBRAMES. Foi meu primeiro contato com esse grupo, e gostei muito de conhecê-los.

 

Gostaria de renovar o convite que fiz durante o Congresso, para que participem do Projeto de incentivo à leitura do Portal do Poeta Brasileiro, Um Tesouro chamado Livro.

 

Para isto, basta que no dia 30 de cada mês "esqueçam" um livro em local público – sala de espera, ponto de ônibus, balcão de estabelecimento comercial, banco de praça, carrinho de supermercado e o que mais a imaginação sugerir.

 

Deixo aqui o modelo de bilhete que costumo colocar no livro esquecido:

 

 

"Um Tesouro Chamado Livro

Projeto de Incentivo à Leitura do Portal do Poeta Brasileiro

 

Você encontrou um tesouro! Parabéns! ao terminar a leitura, deixe este tesouro em algum local público, para que outra pessoa possa desfrutá-lo também.

 

portaldopoetabrasileiro@gmail.com"

 

 

Convido-os também a conhecer o PPB e os outros Projetos que desenvolvemos, através do site http://www.portaldopoetabrasileiro.net.br. O PPB está aberto a quem dele queira participar.

 

Nosso IX Congresso de Poetas Brasileiros ocorrerá em Petrópolis, de 7 a 9 de Outubro próximos.

 

Atenciosamente

 

Lu Narbot

Diretora de Projetos do Portal do Poeta Brasileiro

INCENTIVO AO VOTO RESPONSÁVEL

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Inimigos & Cúmplices! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. 20 setembro 2016.

 

2016 – 09 – 20 Setembro – Inimigos & Cúmplices – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

Inimigos & Cúmplices!

Como sempre avisamos, jamais generalizamos. A mágoa ou a autoimputação dolorosa é pessoal de cada criatura e jamais se refere ao todo. Isso é fundamental antes de iniciar um tema chocante e mortal (nós – vítimas). Em várias oportunidades o jornalista e viamonense Rogério Mendelski divulga mensagens atribuídas ao ilustre desembargador Irineu Mariani. Como: – não faltam leis, faltam quem as execute na defesa do honesto; não precisa mudar a lei, precisa mudar a cabeça do juiz, etc. Há um sentimento e uma realidade explícita de que muitas vezes a balança pende favorável ao criminoso. E contra a sociedade. E contra as vítimas e seus familiares. Quem não ouviu: – a polícia prende e o juiz solta? Isso também vale para o delegado. A Brigada Militar, com suas dificuldades, é talvez a melhor polícia militar do país e seus comandantes expõe a chaga que aflige o dia a dia da ponta da corda, cidadãos e policiais. Criminosos acumulam dezenas de prisões e solturas incompreensíveis para quem está pagando a conta, o cidadão e contribuinte – as vítimas. Geralmente esses representantes da lei e responsáveis por devolver os criminosos às suas zonas de caça predatória para abaterem nova presas (pessoas honestas e indefesas) escoram-se e defendem-se num colete à prova de culpa de “leis defasadas”, “código penal do ano e década tal”. Como se no passado, lugar de criminosos na era a cadeia – muito mais que hoje.

Crônicas & Agudas

Lembra do tal “direito alternativo”. Lembra de um juiz que certa feita desapropriou uma propriedade (divulgado na imprensa) produtiva para o “bem social”, certamente da sua ideologia. A lei é interpretativa e todos sabem. A lei não é uma equação matemática exata, se assim fosse não precisaríamos dessa infinidade de cortes e recursos sujeitos a consciência, ideologia e interpretação pessoal de cada juiz. No entanto, se esses juízes e demais executores primassem por escolher a proteção da sociedade contra “essas leis ultrapassadas”, outros seguiriam juntos e logo haveria mudanças de leis e comportamentos. Assim, aos nossos sentidos, soa falsa ou cínica essa afirmação e uma defesa de alguém que para nós, as vítimas dos predadores, é “amigo” de criminoso. A imprensa está povoada de algozes de policiais, muitos travestidos de “defensores dos direitos humanos” e não dos humanos direitos, honestos e cumpridores da lei. Basta a força da lei vencer a lei da força para algum jornalista conivente exigir a cabeça do policial numa bandeja e sua absoluta execração pessoal e profissional. Essa virulência jornalística está exposta na terminologia ou no vocabulário que usam em defesa dos criminosos: ocupação e não invasão, membro da comunidade e não bandido, vítima da sociedade e não criminoso, menor carente e não menor bandido, etc. Quando a indignação é total contra a polícia que nos defende ou quando a campanha é explícita em impedir o cidadão de se defender e à sua família e propriedade, ali está um amigo, um cúmplice ou um coautor de algo ruim que certamente acontecerá. Ou já aconteceu!

Cr & Ag

Há políticos absolutamente identificados como protetores da bandidagem. O cinismo de certa deputada levou-a ao protesto e sofrimento pelo assassinato de uma jovem médica em Porto Alegre. Foi enxotada do local, pois para muitos de nós ela não defende pessoas, ela defende assassinos e criminosos, ela defende feras e o pior lixo social. Essa vertente acredita em cadeias desumanas ou superlotadas (nunca viram alguém da Lava-Jato ir para cadeia comum? – Devia haver igualdade), redução de pena, indultos e tantos descaminhos coniventes com a criminalidade. Lembram da assassina dos pais que recebe benefícios para sair da cadeia no “dia dos pais”. Isso é escarrar no rosto da sociedade honesta. Honesta! Não há ética, moral ou religiosidade que privilegie criminosos em detrimento dos justos. Precisamos identificar no dia a dia, nas escolas, nos convívios sociais, no trabalho, quem quer o nosso bem ou quem quer a nossa desgraça. Não é uma caça às bruxas, é uma tentativa de sobreviver e perpetuar a espécie humana decente, honesta, que trabalha, paga suas contas e é extorquido por impostos desviados e de raro retorno e que sustentam criaturas que se acham acima da humanidade ou num olimpo próprio.

 

Minha homenagem ao 20 de Setembro.

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