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Crianças – sobrevivem apesar dos pais! Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 25 julho 2017.

 

2017 – 07 – 25 Julho – Crianças – Sobrevivem apesar dos pais – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

http://www.edsonolimpio.com.br

Crianças – sobrevivem apesar dos pais!

M

ilhares de crianças desaparecem todos os dias no país, atropelam-se números acima de trinta mil infantes. Certamente o número de crianças acidentadas é bem maior, pois não há números que quantifiquem as observações de qualquer serviço de urgência. Causas? Atribuir à falta de sorte, ao azar de pais, responsáveis e cuidadores? Basta uma singela observação no dia a dia e constata-se que a atitude irresponsável dos pais e cuidadores é assustadora. É comum a mídia mostrar uma mãe chorosa lamentando a desgraça de um filho, mas raramente mostra sua conduta de risco que levou ao desfecho de dor e sofrimento. Pais que vivem as suas vidas como se seus filhos não existissem ou fossem responsabilidade de outras pessoas. Assustador! Duvida? Constate em qualquer lugar público, pois no anonimato das casas entre quatro paredes o desleixo dos pais deve ser muito mais significativo em comparação quando até poderiam jogar para a torcida. Ou para inglês ver!

Crônicas & Agudas

Estávamos num restaurante, era sábado ao meio dia, logo com bom público. Um casal com um menino de pouco mais de um ano instalou-se numa mesa, colocado numa cadeira alta de madeira, comum para uso infantil. Tão logo colocam o pequeno na cadeira, o pai vai ao bufê e logo a mãe toma o mesmo caminho. O menino fica impaciente tentando acompanhar os pais com os olhos e com as mãos. Os pais continuam varrendo o bufê sem qualquer olhar de atenção ao seu filho. Demais comensais continuaram suas vidas de cada um na sua. Garçons passam ao largo, pois certamente a criança “não é seu compromisso”. Eis que o menino fica de pé sobre a alta cadeirinha, levanto rapidamente e agarro-o. O menino me recebe com alegria e ali fico aguardando que o pai ou a mãe olhassem para seu filho. Continuaram o trottoir de pratos no bufê e ao balcão de grelhados. O tempo passa e passa. Eis que o pai voltou a sua mesa com uma torre de comida no seu prato, sentou-se e mandou garfo e faca. Agradecimento a um estranho que ali estava cuidando de seu filho? Nunca. Depois de outro longo tempo a mãe voltou com outro prato entulhado de comida. Nenhum deles serviu algum pratinho de comida ao filho. Voltei para tentar continuar o meu almoço, desisti depois dessa conduta dessas duas criaturas. Até são pais geneticamente, mas no mundo prático e real…

Cr & Ag

O que motiva um casal a ter um filho? Quais compromissos estão absolutamente incluídos nessa opção, suas opções? Ou os compromissos e responsabilidades são relativos e eventuais? Os filhos que façam por si ou que surjam pessoas externas que lhes complementem? Muitas pessoas jamais deveriam ter filhos, até a vida dos pets seria cruel com essas criaturas. Não deveriam e não mereceriam ter filhos por suas condutas de risco e de irresponsabilidade. Um menino, como o descrito, caindo do alto daquela cadeira e um possível traumatismo cranioencefálico ou outro trauma com maior ou menor gravidade seria um acidente, incidente, azar, irresponsabilidade do restaurante ou pais que não merecem esse título?

Cr & Ag

Não se espera agradecimento, mas quem não demonstra nenhum tipo de gratidão é uma criatura desprezível. Sempre que o pai ou a mãe daquela criança voltaram para as repetições de comida (para elas somente), jamais se voltaram para a mesa do filho. A criança frequentemente voltava-se para mim com os olhinhos cintilantes e sorria. É a beleza da vida em luz no olhar de uma criança. Uma prece silenciosa para que o seu anjo de guarda conte com ajuda, pois esperar algo dos pais… talvez se a comida não for atrativo principal ou nenhum outro atrativo surja para que o filho que eles colocaram no mundo seja o principal e adequadamente cuidado.

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