“Deus e o Diabo na Terra do Sol!” – Edson Olimpio Oliveira. Crônicas & Agudas. Jornal Opinião. 20 Junho 2017.

 

2017 – 06 – 20 Junho – Deus e o Diabo na Terra do Sol – EDS OLIMPIO – Crônicas & Agudas – Jornal Opinião

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“Deus e o Diabo na Terra do Sol!” – Uma versão atual.

Q

uando te oferecem algo muito bom, recheado de vantagens, até bom demais, desconfie. É do Diabo, ou do mal, se não agora, é lá adiante. Deus não vem te oferecer mundos e fundos, riqueza, glória ou poder. A música alerta que “quando o santo vê muita esmola na sacola, desconfia”. Deus te oferece desafios, testes para a tua Luz interior se tornar exterior. Deus te pede sacrifícios, disciplina e humildade. Deus pediu que o homem (Abraão) imolasse seu único filho no lugar do cordeiro, livrando-o no último minuto. Foi um teste supremo da sua obediência e da sua fé. Veja Cristo! De menino com propriedades únicas, de adolescente a adulto jovem. Um magrão cabeludo e de barba sedutora. Um cara bonito e cativante, por natureza. E um operário nascido na pobreza duma estrebaria, mas que conquistava pessoas e elas o seguiam. O carpinteiro curava um cego aqui e levantava um morto acolá, fazia vinho da água… Certamente uma tropa de garotas o seguiam e lhe ofereciam as suas habilidades, tal qual as marias-chuteiras. O homem que era deveria experimentar os prazeres da carne pela sua vida. Ele seguia em busca de seu caminho fazendo suas pregações e cativando, mas alguma coisa dentro dele o deixava inseguro da sua jornada de vida.

Crônicas & Agudas

Duma feita dando umas bandas pelo Mar da Galileia, não era uma Garopaba no deserto, uma galera que quando escasseava o peixe surfavam nas ondas se afinou com o carpinteiro e lhe seguiram os passos, hábitos e atitudes. As criaturas pediam cada vez mais seu auxílio para um rango legal, enxotar a lepra, se dar bem com Herodes e com os romanos e levantar um money. Aí fizeram um megaencontro com música, peixe e pão que ele multiplicou. E lhe escutaram. Ele também se ouviu e largou aquela galera e foi para a montanha mais alta para curtir uma solidão e pensar na sua vida e o que fazer dela com o monte de opções disponíveis. Lá no topo da montanha bebendo sereno e comendo raiz de arbusto ele meditou e orou. Eis que surgiu uma gata espetacular e altamente sedutora lhe oferendo prazeres dignos de imortais. Ele refugou. Surgiram outros em série lhe oferendo vantagens. Ele recusava. Surgiu uma galera de empreiteiros de pirâmides, jardins suspensos, arenas e lhe ofereceram até um camelo voador e lhe pagariam regiamente as suas pregações em prol deles nas viagens. Recusou. Vieram generais lhe oferendo os maiores e mais poderosos exércitos, imperadores lhe ofereceram reinos riquíssimos. Movimentos sociais e sindicatos gritavam seu nome e sacudiam bandeiras. Recusou. E as noites rolavam sobre os dias. Quando conseguia dormir, rolavam sonhos de poder e de glória pessoal.

Cr & Ag

Então veio o Diabo pessoalmente! “Eu era o filho mais inteligente, bonito e amoroso e o Pai me desdenhou pelo meu irmão Miguel. Não me aceitavam por ser bom demais e me expulsaram do Céu e me mandaram para prisão domiciliar no Inferno. Mas não conseguiram me dominar, pois sou mais eu. Ainda fazem campanha contra mim”. Cristo ouvia e raciocinava. O Diabo lhe ofereceu todos os reinos da terra, todo o poder abaixo dele, mulheres mais gostosas e hábeis, enfim o possível e o impossível. Cristo refugou tudo e enxotou o Diabo dali – “Vade Retro!” Em quarenta dias e quarenta noites, Deus não foi lá negociar com o carpinteiro, sequer lhe oferecer um copo d’ água ou um BigMac. Nada! Deixou-o a sua vontade para traçar a sua vida e o seu destino pelo seu livre arbítrio. O íntimo de toda a pessoa sabe o que é certo ou errado, o bem e o mal, o caminho da direita ou da esquerda, a passagem segura pelo mar ou o afogamento pelo poder e pela degradação da moral. E o Pai não interferiu na decisão do Filho.

O carpinteiro que atraía o povo, curava as pessoas, pregava o Amor, a Disciplina e a Humildade e as leis das tábuas de Moisés encontrou-se com Cristo Jesus e o equilíbrio de todos os momentos foi melhor encontrado pelo homem, ou pelo Deus que se fez homem por Amor à humanidade. Daí em diante todo mundo sabe o que rolou. As tentações jamais deixarão de existir e nos assolar para nos conquistar, mas nunca serão coisas de Deus e nossa Luz interior sempre saberá aquilo que nos move e cativa, o Bem ou o Mal.

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Corisco, Prego e Rosa! Um Natal iluminado. Edson Olimpio Oliveira. Reedição.

 

Corisco, Prego e Rosa!

– Um Natal iluminado –

Reeditado a pedido.

Meu Sangue é Vermelho – Meu Coração é Colorado!

 

Lembremos o ano da Dor e da Luz – 1954. Enquanto alguns pranteavam amigos e parentes mortos e sepultados no campo santo de Pistóia, na Itália, outros ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira – FEB persistiam sua vida aqui na primeira capital de todos os gaúchos. Nem todas as mutilações são visíveis no corpo. As lesões da mente e do espírito são mais graves. Um ano de muita dor e sofrimento, o Pai dos Pobres, Getúlio Vargas, morrera no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. O povo brasileiro abraçava-se aos prantos pelas ruas deste país. Mas a Negra Rosa continuava com sua fé inabalável na santa padroeira desta cidade, Nossa Senhora da Conceição. Uma irmã mais velha foi mãe e madrinha desses dois jovens que foram arrancados das peladas no campo da baixada rubro-negra e dos gramados no matadouro dos Pintos para servirem ao exército – Corisco e Prego.

Outro órfão criado nas adversidades da existência crescera com o amor dos religiosos no “abrigo” do Pão dos Pobres e ali aprendeu o ofício de linotipista. Adão Carlos era seu nome. Sua paixão pelo futebol e pelo seu Colorado tornava-o presença constante nos jogos e até em treinamentos e ali era incitado por amigos e jogadores e na ponta da língua recitava as formações dos times, datas de jogos e o placar. O mítico Rolo Compressor era sua maior paixão. E foi por suas mãos que tentou apresentá-los ao técnico Volante. Num desses treinamentos, Carlitos teve a camiseta rasgada numa disputa com Nena, o Parada 18. Ao final do treino, Carlitos tirou-a, beijou-a espremida entre suas mãos e a jogou para jovens que se acotovelavam junto ao alambrado e logo abraçada pelo gêmeo Prego saltando mais alto que todos. Comprimida contra seu coração era um troféu de inestimável valor. E foi com essa camiseta amorosamente costurada, como as tabelinhas de Carlitos e Villalba no Grenal em que seu Colorado ganhou de 7 a zero na casa do adversário, que Prego passeava com a glória de um herói pela velha Setembrina dos Farrapos.

Corisco era um ponteiro-direito que se inspirava no formidável Tesourinha, enquanto seu gêmeo Prego era “negrinho alto de pernas finas e joga de cabeça em pé como cobra dando o bote, é um jogador cerebral”, diziam. Corisco fazia da vida das defesas um inferno e sua velocidade e arte tripudiava dos adversários. A vida tem sempre um senão. Apesar da curta existência no recrutamento, o álcool trazido na mochila dos pracinhas afastava-o do futebol e do trabalho de pintor de residências e lançava-o nas noites sem fim das canchas de bocha e de jogo do osso. Numa dessas noitadas de álcool e jogo, recebeu a visita da dama de negro que lhe acompanhava nos delírios de sepultar e carregar os companheiros mortos na guerra – uma adaga assassina tirou-o dessa existência!

A cidade comentava a morte violenta. As lavadeiras do arroio Mendanha oravam com as mãos dadas num anel de amor todas as noites pela sua sofrida alma. Apesar dos cuidados e do carinho daquelas negras e negros escaldados pelo ancestral infortúnio de sua raça e de “algum branco misturado” o seu irmão Prego começou a definhar. Havia ido jogar no grande time do Renner onde uma fratura de perna impediu-o de ser o Campeão Gaúcho daquele ano. Logo uma tosse insidiosa assombrava o casebre da Rosa. Prego emagrecia dia a dia. Os remédios da irmã e das negras velhas e sábias não surtiam nenhuma melhora. Buscaram tratamentos na Capital e o amigo Adão Carlos acompanhava-os com frequência. Era a tísica, como chamavam a tuberculose, que lhe corroía o corpo extenuado numa tarimba com a preciosa camiseta aberta e fixada na parede a sua cabeceira, logo abaixo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Num mundo em que os fortes e poderosos serão lembrados, os fracos e pobres rumam ao esquecimento. Mais denodo Rosa trabalhava para alimentar e tratar do irmão enfermo. Nas noites delirantes e febris, a irmã amorosa colocava sua cabeça em seu colo e com panos umedecidos numa bacia com água benta passava-lhe nas frontes enquanto seus lábios oravam com fervor. A vida agonizava naquele corpo franzino e dilacerado pela perda do irmão querido.

As toalhas da Igreja centenária de Nossa Senhora da Conceição quaravam ao sol nos gramados atapetados da margem do arroio. Lavadas e engomadas por Rosa, assim como havia sido por sua mãe e avó. O padre entregava-lhe os panos e tecidos mais nobres para que iluminassem os altares e as festas da Padroeira e do Natal. Uma imagem da santa estava numa singela gruta de pedras e coroada com conchas do mar sob uma pitangueira espreitando o arroio e suas lavadeiras. Uma vela especial ardia ansiando graças divinas. Negro Prego talvez não varasse o Natal de 1954, pois golfadas de sangue faziam rubro seus panos e o leito expelidas pela tosse lancinante. A velha galena trazia-lhe o conforto relativo de algum jogo de futebol entre períodos de delírio. Os vizinhos pediam-lhe que a desligasse, pois o incêndio da Casa de Correção em Porto Alegre trazia dor e temor para todos. Somente um sorriso era sua resposta eventualmente. Alguns não entendiam. Seu coração entendia. O amigo Adão Carlos lia-lhe as reportagens dos jornais mesclando com os feitos da epopeia do seu Internacional na esperança de estimulá-lo. Aglomeravam-se crianças e alguns adultos para verem suas narrativas dos golos como o mais entusiasmado locutor esportivo.

Véspera de Natal. A cidade buscava aliviar as suas dores e enfeitava-se para a festa maior da cristandade. Devotos vestiam suas melhores roupas e subiam a lombada de chão cru para assistirem à Missa do Galo. A irmã Rosa persistia orando ajoelhada com o gasto rosário entre os dedos calejados. Batem à porta. Alguns vizinhos contam que uma senhora branca com dois meninos pelas mãos – um negrinho e outro menino com cabelos encaracolados – e saída donde ninguém sabia, batia à porta do casebre. Uma claridade da lua iluminava particularmente aquela casa. Adentrou à humilde morada. Retirou um grande e alvo lenço de seus ombros e cobriu Rosa, Prego e o outro negrinho. Os vizinhos continuavam a espiar. Um tempo depois. Contam que a viram subir aos céus “como se fosse para a Lua”. Outros juram tê-la visto entrar na grutinha de pedra. O certo − Prego milagrosamente amanheceu curado e caminhando à margem do arroio ir ajoelhar-se junto à gruta. Logo no Ano Novo buscou um seminário para se tornar um religioso. Alguém jurou tê-lo visto com uma camiseta vermelha sob a batina negra. E como tal foi um dos escassos padres negros que levou a mensagem de Nossa Senhora aos necessitados e perdidos do mundo. Acredita-se que Corisco atravesse os céus pelas mãos da Mãe Divina.

– E Rosa?

O amor persiste e derrama-se de seu coração e suas mãos ainda trazem conforto e felicidade numa dádiva que a idade jamais diminuiu.

 

Nota do autor.

Viamão, minha cidade natal, que cunhei ser a “primeira capital de todos os gaúchos”, pois foi aqui que de fato nasceu o sentimento pátrio dessa terra disputada por dois impérios e invadida pelos castelhanos do General Ceballos. Também é denominada de Setembrina dos Farrapos pelos eventos na maior guerra entre irmãos da pátria brasileira. É berço da família Oliveira que se confunde com o amor ao Sport Club Internacional. Cidade histórica adornada pela monumental Igreja com paredes de cerca de dois metros de espessura e embalada por suas histórias e lendas. Assim faço esse um mensageiro vivo do amor e da alma de seu autor e do respeito e admiração pelo grande amigo “seu Adão” Carlos Cunha e pelo meu pai Aldo “Cabeleira” Oliveira, cônsul colorado, apaixonados fiéis do nosso Internacional. Igualmente é um tributo à “dona Zulmira” Andrade que nos seus noventa anos, de negra e lavadeira no Arroio Mendanha, carinhosamente chamada entre abraços e beijos de gratidão como “mãe preta” e persiste derramando seu amor e atenção para crianças e demais pessoas.

 

Itarema–Ceará. Biblioteca Comunitária João Rodrigues de Mattos. 12 Outubro 2016.

 

ITAREMA – CEARÁ. BIBLIOTECA COMUNITÁRIA JOÃO RODRIGUES DE MATTOS.

Edson Olimpio Silva de Oliveira

Crônicas & Agudas

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Há mais de 20 anos venho contribuindo, doando e presenteando com livros em coletâneas nas quais participo como autor e com obras adquiridas e tenho incitado que os amigos e leitores mantenham livros em sua jornada de Luz e Amor pelo maior número de mãos e olhos possíveis. Uso meus canais virtuais também como uma forma de assim disseminar o gosto e a continuidade da leitura, assim como outros escritores. É raro, muito raro mesmo, receber qualquer mensagem de pessoas ou entidades que demonstrem sua gratidão ou reconhecimento. Apesar de não buscarmos “gratidão” ou qualquer elogio, é uma magnífica característica do caráter, da personalidade e da alma da criatura ter gratidão. E demonstrar!

Assim se cria uma corrente de Luz. Pouco tempo recebi uma carta de uma senhora de Fortaleza, Ceará, solicitando doação de livros para essa biblioteca comunitária. Imediatamente reunimos uma série de livros e os despachamos pelo Correio. Eis que recebo do Diretor e Professor João Rodrigues Mattos a missiva anexa. Ilustrada com fotos e as fichas de leitores. Sensibilizamo-nos muito com seu gesto e vislumbramos parte de seu esforço e dedicação. Observe-se a carta escrita com uma singela “máquina de escrever”. Esse homem e essas pessoas formidáveis merecem a atenção e a ajuda que cada um de nós puder ofertar. Além do envio de livros, material de escritório, poderemos nos cotizar e com a ajuda de algum colega médico-escritor da Sobrames-CE ajudá-lo inclusive com um computador e impressora.

Abaixo o endereçamento.

A/C

DIRETOR PROFESSOR FRANCISCO ASSIS MATTOS

BIBLIOTECA COMUNITÁRIA JOÃO RODRIGUES DE MATTOS

AVENIDA JOÃO BATISTA RIOS, 2719

ITAREMA – CEARÁ

CEP 62590-000

FONE: 88  9652.9805

 

Lema da Biblioteca:

“Um livro aberto é um cérebro que fala, fechado é um amigo que espera, esquecido é uma alma que perdoa, mas destruído é um coração que chora.” (Pe. Antonio Vieira)

 

 

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Cinderela ou uma Super Mulher! Diagnóstico Precoce. Prevenir. Amar-se! Outubro Rosa. Incentivo Crônicas & Agudas. www.edsonolimpio.com.br

 

Cinderela - 2016-08

 

Outubro Rosa - Megan Fox - 2016

Crônicas & Agudas e sua Amiga!

2016 - 05 - 11 - Solange Bauer

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Crônicas & Agudas e seus Amigos!

 

Orgulhosamente apresentamos os Amigos: Marcelo e Sabrina Dalbelo!

2016 - 05 - Sabrina e Marcelo

Lúcia Barcelos – Singular Poetisa e Escritora – Presidente da Associação Literária de Viamão – ALVI

 

O tempo passa tão depressa: parece que foi logo ali, enquanto as estrelas do céu me observavam no silêncio das noites, com um livro nas mãos…
Enquanto lia CRÔNICAS & AGUDAS, pensava na natureza do autor – Dr. Edson Olímpio Silva de Oliveira – e naquilo que move todos os escritores, ficcionistas, poetas… E uma frase de Sandro Vaia, que pipocava em minha memória, traduzia os códigos secretos das almas que vibram na mesma frequência: “estranhos seres esses, que pisam nas nuvens, enquanto os mortais, aqui embaixo, tropeçam nas pedras das ruas (…)”.
Tão delicioso caminhar pelas linhas das CRÔNICAS & AGUDAS, sem tropeço algum, ouvindo atrás de cada palavra, o estalido dos acontecimentos, que são a matéria-prima de quem tece e registra histórias.
Antigas bravuras narradas pelo amigo Dr. Edson Oliveira, onde pernas de sol, lágrimas de chuvas e clarões de coriscos, penetraram-lhe a imaginação, e jamais recuaram no decorrer dos relatos, ainda que ante os limites do perigo e das incertezas, porque criatividade desconhece barreiras!
Enigmas, dramas, humor, faces adversas do cotidiano, tudo em oferecimento à roda do relógio das palavras, com um gosto de eternidade sem ponteiros! Foram estas as sensações que captei das CRÔNICAS & AGUDAS.
E aí entendi que poeta não é só aquele que derrama ideias e sentimentos em versos e rimas. Poeta é, sim, todo aquele que capta as linhas soltas no espaço: tênues linhas, fios das vidas. E as observa. E as enleia com paciência e mestria, no tear da palavra. Linhas que enlaçam o imaginário e prendem ausências, emoções, campos, estradas e ruas, tudo num único novelo!
E neste pouco de tudo, ou de tudo um pouco do cenário criado pelo Dr. Edson Oliveira, onde convivem diversos elementos imagéticos e reais, que a riqueza do engenho literário permite, existem, permeando as CRÔNICAS & AGUDAS, roncos de motocicletas para acordar a sensibilidade das pessoas. Existe voz em cada letra. Existem lembranças vividas e compartilhadas, que preenchem o álbum do momento presente, também dos leitores. Pois a linguagem poética subverte a razão e a lógica. E o Dr. Edson Oliveira é um cronista que permite à fotografia da saudade, deitar-se no pensamento, depois de tanto transitar pelo recinto dos fatos que, jamais cairão no esquecimento, porque imortalizados em suas CRÔNICAS & AGUDAS.

Lúcia Barcelos, escritora, poetisa

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