Série Anti-fumo 8 – Fevereiro 2017

 

Fumo 8 - Morte Antecipada - Série AntiFumo 8

PLACENTA – o hábito de come-la pós-parto se populariza…

 

Placenta: o hábito de comê-la pós-parto se populariza.

Fonte Univadis.

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Polêmica envolvendo celebridades traz o assunto à tona; benefícios de ingestão de placenta não são provados cientificamente

Nos últimos dias, Bela Gil foi o centro de uma polêmica: a ingestão de placenta. Outras celebridades, como Kim Kardashian e January Jones também revelaram ter comido o órgão. A placentofagia é uma prática comum nos Estados Unidos e tem ganhado popularidade no Brasil nos últimos anos. Mulheres que adotaram a prática contam que os benefícios são força e recuperação pós-parto.

A placenta, formada por tecidos dos óvulos e responsável por manter o bebê vivo dentro da barriga da mãe, fornece nutrientes e oxigênio para que ele respirar. Além disso, o órgão também libera hormônios, como a progesterona e o estrogênio. Segundo estudos científicos, a placenta é rica em ferro, vitaminas B6 e E e ocitocina, componente importante na produção de leite e recuperação do útero após parto.

É disso que vem a crença de que ingerir placenta faz bem à saúde, pois os nutrientes passariam para a mãe. Porém, apesar de cada vez mais comum a ingestão, não há estudos comprovando benefícios disso para a saúde da mãe. Enquanto isso, a placenta tem sido ingerida de diferentes formas, sendo as mais comuns: batê-la no liquidificador junto a uma vitamina de frutas, comê-la crua temperada com ervas e especiarias ou em forma de cápsula.

 

 

Cirurgião do Reino Unido guia cirurgias na Síria via Skype.

Cirurgião no Reino Unido guia cirurgias na Síria via Skype!

Fonte Univadis.

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Mais de 750 médicos já foram mortos no norte da Síria desde o início do conflito, em 2011. Muitos outros foram forçados a fugir temendo por suas vidas, enquanto hospitais continuam sendo alvos de ataques aéreos. Aqueles que ficam, frequentemente carecem de treinamento e experiência para lidar com as lesões catastróficas que lhes são apresentadas.

O cirurgião de trauma renomado do Reino Unido, David Nott, está usando o Skype para auxiliar e guiar cirurgiões na Síria enquanto eles realizam cirurgias complexas. Em uma entrevista transmitida pela  BBC News , Nott pode ser visto orientando um procedimento de reconstrução de mandíbula em Aleppo, de Londres. A mandíbula do paciente foi esmigalhada por uma bomba e os jovens cirurgiões sírios, que foram treinados por Nott durante seu período na Síria, nunca haviam realizado o procedimento reconstrutivo antes. “Para mim, essa foi uma das coisas mais emocionantes que já fiz”, disse Nott à BBC News .

Nott é cirurgião consultor do Hospital Chelsea e Westminister, em Londres. Ele já ofereceu serviços cirúrgicos voluntários em diversas zonas de conflito, incluindo Afeganistão, Gaza, Bósnia e Haiti. Em 2015, ele criou a David Nott Foundation , uma organização beneficente que oferece treinamento em cirurgias após desastres naturais e conflitos.

A entrevista completa foi transmitida pela  BBC News 

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Experiências negativas no Facebook triplicam o risco de depressão…

 

Experiências negativas no Facebook triplicam o risco de depressão em adultos jovens.

Fonte Univadis.

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Cientistas identificaram uma associação clara entre experiências negativas na rede social Facebook e sintomas depressivos em adultos jovens.

Em um estudo com 264 adultos jovens, cientistas observaram que todas as medidas de experiências negativas no Facebook – incluindo bullying ou crueldade, contatos indesejados e desentendimentos – tinham uma associação significativa com sintomas depressivos.

Dentre as pessoas que tiveram experiências negativas no Facebook, o risco geral de sintomas depressivos era cerca de 3,2 vezes maior em comparação com aquelas que não tiveram experiências negativas. Bullying ou crueldade estavam associados a um risco 3,5 vezes mais elevado, enquanto que contato indesejado tinha uma associação menor de 2,5 vezes. Quanto mais grave a percepção da pessoa em relação ao evento, maior a probabilidade de ela apresentar sinais de depressão.

Os autores dizem que mais trabalho é necessário para determinar quem pode estar em risco de depressão relacionada às suas experiências na rede social, mas sugere que pode ser “prudente” que as pessoas reconheçam que experiências negativas no Facebook poderiam levar a sintomas prolongados de depressão.

Os autores acrescentaram: “Com pesquisas adicionais, recomendações para limitar ou alterar o uso do Facebook por subpopulações de alto risco poderia ser útil na redução dos sintomas depressivos”.

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Um drinque por dia aumenta o risco de fibrilação atrial.

Um drinque por dia aumenta o risco de fibrilação atrial

Fonte Univadis. Apoio Crônicas & Agudas e http://www.edsonolimpio.com.br

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De acordo um estudo publicado no Journal of the American Heart Association nesta semana, até mesmo tão pouco quanto um drinque por dia pode aumentar o átrio esquerdo o que, subsequentemente, aumenta o risco do desenvolvimento de fibrilação atrial (FA).

Como parte do Estudo do Coração de Framingham (Framingham Heart Study), 17.659 ECGs foram realizados em 5.220 participantes durante seis anos, e foi detectada uma incidência de 1.088 casos de fibrilação atrial. Uma análise dos dados encontrados para o consumo crônico de álcool foi associada a um maior risco de FA incidental. Cada drinque por dia foi associado a um risco 5% maior do surgimento de fibrilação atrial, mesmo após ajustar para outros fatores de risco, incluindo hipertensão, diabetes e tabagismo.

Gregory Marcus, autor sênior do estudo e professor adjunto de medicina na Universidade da Califórnia, disse ter ficado surpreso em descobrir que uma quantidade tão pequena de álcool poderia ter tal efeito sobre o risco. Contudo, ele alertou que a relação pode não ser universal.

“Nossos dados sugerem ser possível prevenir a fibrilação atrial evitando o álcool. Contudo, assim como o álcool pode ter efeitos variáveis sobre indivíduos, é quase certo que existam diversos subtipos de mecanismos da fibrilação atrial. A regra não pode ser generalizada quando se trata do efeito do álcool sobre a saúde cardíaca”, disse Marcus.

 TAINHA BRABO

ALZHEIMER–21 Setembro–Dia Mundial da Doença de Alzheimer–Fonte: www.abraz.org.br

 

O que é Alzheimer

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.

A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.

Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906. Ele estudou e publicou o caso da sua paciente Auguste Deter, uma mulher saudável que, aos 51 anos, desenvolveu um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar), tornando-se incapaz de cuidar de si. Após o falecimento de Auguste, aos 55 anos, o Dr. Alzheimer examinou seu cérebro e descreveu as alterações que hoje são conhecidas como características da doença.

Não se sabe por que a Doença de Alzheimer ocorre, mas são conhecidas algumas lesões cerebrais características dessa doença. As duas principais alterações que se apresentam são as placas senis decorrentes do depósito de proteína beta-amiloide, anormalmente produzida, e os emaranhados neurofibrilares, frutos da hiperfosforilação da proteína tau. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com redução progressiva do volume cerebral.

Estudos recentes demonstram que essas alterações cerebrais já estariam instaladas antes do aparecimento de sintomas demenciais. Por isso, quando aparecem as manifestações clínicas que permitem o estabelecimento do diagnóstico, diz-se que teve início a fase demencial da doença.

As perdas neuronais não acontecem de maneira homogênea. As áreas comumente mais atingidas são as de células nervosas (neurônios) responsáveis pela memória e pelas funções executivas que envolvem planejamento e execução de funções complexas. Outras áreas tendem a ser atingidas, posteriormente, ampliando as perdas.

Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico.

Nelson Mandela. Fonte Consulta Prima. 22/08/16.

 

"Os médicos e enfermeiras me trataram como se sempre tivessem cuidado de negros sem discriminação. Isso me reafirmou a crença de que a educação é inimiga do preconceito."

Nelson Mandela
Ativista e estadista sul-africano contemporâneo

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